Hoje saí do grupo que coordeno da ABRH inspirada, por quê?
Porque mais uma vez estou vivenciando na prática o que aprendi ao ler o livro Aprendizagem
para Resultados. Até hoje tive duas experiências concretas de onde vivi a andragogia
(aprendizagem de adultos) na prática: uma na minha formação em dinâmica dos
grupos (http://www.sbdg.org.br/web/)
e a segunda nos próprios grupos de estudos da ABRH SP. Eu, particularmente, confio
muito nesse modelo. Acredito profundamente que o adulto aprende com base na sua
experiência e que se estimulado grandes transformações acontecem. Acredito que
dar a resposta, o caminho não leva à descoberta, mas sim à acomodação. No
início o grupo resiste, pois é mais “confortável”trazer algo mais pronto, tipo
uma apresentação de power point, mas no fundo depois todos ficam satisfeitos
com o resultado da experimentação. Ao olhar as avaliações de hoje, o grupo
traz: adorei a dinâmica, experimentar algo novo, a participação e muitas outras
falas nessa linha. O que poderia ser melhor ainda? Mais participação! Facilitar
grupos assim é um grande desafio, pois para nós facilitadores, professores,
consultores ser o portador das soluções é muito tentador, afinal nosso Ego
cresce! Por outro lado, experienciar o desabrochar do grupo, o crescimento de
cada indivíduo, a expressão dos talentos individuais e únicos não tem preço.
Sigo acreditando que esse é o caminho da educação de forma geral, talvez não
somente dos adultos, mas também dos jovens e crianças, porque em um mundo que
tudo está na internet o que faz a diferença é aprender a aprender juntos e não
construirmos espaços de transferência de conhecimento. O que você acha sobre
esse tema?
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Como os adultos aprendem?
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Bem Patricia, eh como você disse o resultado que vejo quando trabalho com grupos dessa maneira eh fantástico, não da para enfiar uma ideia nova para um adulto guela a baixo, sem levar em consideração toda a sua experiência e vivencia e a discussão em cima de suas experiências acrescenta muito a todos. Afinal o que queremos sempre como facilitadores eh que o que esta sendo apresentado, discutido seja colocado em pratica, não eh mesmo? Maria Luiza de Oliveira Palumbo
ResponderExcluirSuper Patrícia, este livro é incrível e o SBDG foi um grande marco metodológico para mim. O Coaching da mesma forma me colocou neste lugar que você cita tão bem... o de apoiador do processo do grupo ou do coachee. Eu me identifico imensamente com seu post. Obrigada.
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