quinta-feira, 10 de março de 2016

Dia da Mulher - a Luta continua

Sempre acreditei que nós mulheres não estamos em uma condição igualitária e que temos muito ainda a atingir para que a tenhamos condições iguais na carreria. Se é que isso é possível, depois que me tornei mãe me pergunto, como isso será (um dia) possível com tantas demandas associadas ao feminino mesmo, não tem como o pai engravidar, amamentar durante dois anos, nutrir seu filhote 100% do tempo até os 6 meses de idade. São demandas do feminimo, mas mesmo assim o mundo pode ser mais generoso com nós mulheres. 



Porém, quando estive na Índia em 2014, fui tomada por um sentimento de imensa gratidão por ter nascido mulher no Brasil. Quando andava no meu bairro uma noite, 20h30, no meu retorno, chorei de gratidão, me emocionei e rezei para que um dia todas as mulheres do mundo pudessem andar nas ruas calmamente, com segurança em em PAZ. Esse final de semana, enquanto a Lisa (minha filha de 1 ano em dois meses) dormia, assisti a esse documentário e mais uma vez chorei. Chorei me colocando no lugar dessas mães, tanto da vítima quanto os agressores. Chorei por todas as meninas nascidas na Índia e em países que as diferenças de gênero são brutais a ponto de impedí-las de andar à noite com um amigo. Rezo todos os dias por essas mulheres, muitas vezes, invisíveis aos nossos olhos! 

Que minha filha e minhas netas possam viver de forma livre e segura. 



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