Antes de ir para a Chapada, vi fotos lindas e ouvi de muitos conhecidos sobre a beleza do lugar. Mas foi só lá que realmente pude conceber a grandiosidade da natureza, mais que bonita... Exuberante!
A formação geológica é muito diferente de tudo que eu havia visto até então. Dá para imaginar Deus brincando de empilhar rochas e criando um oásis aquático no meio da seca e do cerrado. As inúmeras espécies de flores e cactos de todas cores e formas são um caso à parte.
Mas não são apenas as imagens que saltam aos olhos e sim, toda a energia do entorno. Em Iguatu, cheguei a ficar na dúvida se eu conversava com pessoas reais, ou com personagens saídos de um livro de contos. No Vale do Capão, a diversidade cultural de gente de todo o mundo que elegeu ali sua morada, em contraste e harmonia com os nativos. E, histórias... Tantas estórias! A culinária típica, outra delícia.
De tudo, entre restaurantes charmosos em Lençóis, ruínas do auge da exploração do garimpo em Iguatu, terapias alternativas no Capão e a infinidade de rotas para cachoeiras e rios, três roteiros especiais marcaram minha lembrança de com sensações únicas: o mergulho no poço azul, a vista de cima da cachoeira da fumaça e TUDO que se refere ao passeio à cachoeira do buracão. Sobre essa, qualquer comentário ficaria pequeno... Só indo! É inesquecível.
Chapada Diamantina deixou muitas saudades. Ficou fácil entender, porque algumas pessoas vão para não voltar.





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