Alguns dados - As Pequenas e medias
empresas (PME) representam:
20% do PIB Brasileiro
60% dos 94 milhões de empregos
99% dos 6 milhões de estabelecimentos
formais
Concentradas no SUL e SUDESTE
Setores: Cormercial, Serviços e
Construção Civil
O problemas é que 25% da PME
desaparecem no primeiro ano e apenas 51% continuam no Mercado após 3 anos.
Geralmente usam intervenções de gestão
de forma reativa e não preventiva. O principal proprietário é uma espécie de
Herói solitário que tem receio de export sua falta de informação.
Em uma pesquisa da Delloite as três
top prioridades dos donos de empresas são:
1) Dedicar mais tempo à estratégia
2)
Tornar a
empresa mais rentável
3)
Treinar os
funcionários
O coaching seria perfeito
diante desse cenário, por que não é? Quais as barreiras?
§
Ausência de
pesquisa em aprendizagem informal – onde o coachiong se encaixa
§
Baixo nível de
receptividade nas PME para o coaching
§
Dificuldade
dos dirigentes em reconhecer suas limitações
§
Carência de
fontes confiáveis de esclarecimento e informação sobre coaching
§
Dificuldade de
mensurar diretamente os resultados de um processo de coaching
O coach na empresa
familiar necessita um distanciamento ainda maior para não se misturar nas
questões familiares. A empresa precisa de rentabilidade, a família de harmonia
e o coaching precisa distanciar-se dessa dinâmica.
Os desafios dos nossos
coachees em empresas familiares?
§
Fronteiras
entre empresa X família
§
Definição de
papéis e responsabilidades
§
Definição de
critérios de admissão e retenção de membros da família
§
Normas de
remuneração e promoção de familiares
§
Prevenção de
conflitos potenciais
§
Sucessão: mais
velhos – mais novos
§
Cultivo de
relações de confiança e respeito entre os membros da família
As empresas familiares se
beneficiariam muito de processos de coaching, o desafio é chegar até elas.
Você tem algum ideia de
como fazer isso?


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