terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Venha Desenhar seu Futuro conosco!

Que tal seria planejar seu novo ano de forma divertida, alegre, inspiradora?

Eu aprendi que existem fatores que auxiliam na concretização de nossos sonhos e, o mais importante, já testei e funcionou? Você gostaria de testar também???

Vou deixar a receita PARA VOCÊ, mas mesmo assim vou adorar contribuir ainda mais com o seu processo de REALIZAR SEUS SONHOS:

Primeiro, crie uma IMAGEM CLARA e detalhada do que desejar no futuro.

Segundo COMPARTILHE seu sonho, FALE de seu sonho, divulgue seu sonho, se comporte como se ele JÁ estivesse acontecendo.

Terceiro, crie AÇÕES concretas para viabilizá-lo.

Quarto, recrute um REDE poderosa para ajudar você a se manter focado na realização de seu SONHO.


Gostou da brincadeira? 

Venha se reunir conosco e PLANEJAR DETALHADAMENTE seu novo ano! 

Você é nosso convidado!!! 

Vamos adorar fazer parte de seu SONHO e DA SUA REALIZAÇÃO!
















Créditos do convite: Mauricio Müller 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Costa Andaman

Essa costa é parada obrigatória para quem vai a Tailândia. Você até pode não ir a Pucket, mas não pode de forma algum não ir a Ko Phi Phi. Cenário do filme a Praia com Leonardo Di Caprio, é o paraíso na terra.

O que nós fizemos? Voamos de Chiang Mai para Pucket pela Asia Airlines por aproximadamente(R$250,00 por pessoa). Passamos dois dias em Pucket e pegamos um barco para Ko Phi Phi Don onde ficamos hospedados por quatro noites.

O que foram os pontos fortes do nosso roteiro:

PUCKET

Pucket é uma ilha grande, badalada e dependendo onde você ficar poderá se sentir em Praia Grande (Santos), rsrsrs... Nós tivemos a felicidade de contar com dicas da minha prima que foi várias vezes para a Tailândia e nos recomendou fica em Kata Beach. Além de Kata Beach, tem Karon, Kata Noi que são locais similares e ficam relativamente perto do local da saída dos barcos para Ko Phi Phi. Chegar lá também é tranquilo do aeroporto porque tem transporte coletivo que pode ser contratado. Fuja de Patong (reduto de baladas) se você quer natureza e curtir o sossego.

Ficar duas noites em Pucket nos possibilitou fazer um passeio para Similan Islands que é simplesmente IMPERDÍVEL! Arrisco dizer que foi uma das melhores coisas que fizemos na Tailândia. Porém, atente para AGENDAR com antecedência se você vai ficar somente um dia inteiro em Pucket pois o passeio geralmente lota.

Outras coisas para fazer em Pucket: Ir no desfile Lady Boys, alugar uma moto e desbravar as praias, pôr do sol no Big Budha. Muita gente pára na estrada e faz trilhas chegando a praias escondidinhas. No nosso roteiro não foi possível, pois tínhamos pouco tempo disponível. Na MINHA opinião Pucket serve mais como um local de passagem para as ilhas, mas não sou a melhor pessoa para recomedar porque fiquei somente dois dias, minha prima amaaa e conta que existem muitas praias legais e de água azul lá! Depois que você visitar compartilhe comigo sua opinião sobre Pucket


 Similan Islands


KO PHI PHI DON e KO PHI PHI LE

Não tenho palavras para descrever os quatro dias que passei em Ko Phi Phi, poderia passar mais 14, 20, 30... é um lugar mágico e estonteante! Ficamos hospedados no Centrinho da Ilha de Ko Phi Don (onde estão os hotéis), alugamos um Long Tail privado (pode ser por 6h ou 4h) e passamos três dias conhecendo e revisitando os lugares que gostamos. Minha dica no primeiro dia opte por 6 ou negocie com o barqueiro 8h e faça o tour geral (que os demais passeios fazem), mas sai cedinho para chegar em Maya Beach (antes dos barcos que vem de Pucket e das demais ilhas da região) assim você vai encontrar o paraíso vazio e tranquilo. Depois siga o fluxo do passeio passando por todos os lugares que o barqueiro indicar. No dia dois escolha o seu favorito e fique o tempo que quiser tomando sol, fazendo snorkel e descansando em pequenas prainhas. Dica: como Ko Phi Phi Le não tem nada para vender, nem água, faça uma cesta de piquenique para comer no barco. No primeiro dia nosso passeio durou 8h, nos dois outros dias 4h (pela manhã), depois pedimos para o barqueiro nos deixar em Long Beach (40 min de caminhada até o centro de Ko Phi Phi Don) onde almoçamos, curtimos a praia que tem à sua frente a ilha Ko Phi Phi Le e voltamos pela trilha após o pôr do sol. À noite curta o centrinho, os restaurantes, as baladinhas, os shows de fogos na beira da praia. E volte com muita vontade de voltar para lá assim como estou agora ao escrever esse posting.

Obs: Sobre o transporte de Pucket para Ko Phi Phi Don e o retorno. No hotel em Pucket você compra a ida, o retorno pode comprar na Orla de Ko Phi Phi Don um dia antes. O barcos vão pela manhã e retornam ao meio dia e à tarde. Consulte os horários antes de agendar seu vôo para aproveitar todos os minutos. 

 Lagoon - local para nadar e fazer snorkell no meio das pedras


 Uma prainha que paramos perto de Lagoon

 Maya Beach - a famosa praia do filme do Di Caprio

 Bamboo Island

 Monkey Beach

Vista de Ko Phi Phi Don - onde ficamos hospedados

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Chiang Rai – ou um passeio de um dia de Chiang Mai

Outro destino bastante popular na Tailândia é o White Templo que fica próximo a Chiang Rai e a Vila da Mulheres de Pescoço comprido. É claro que existem inúmeras outras coisas para conhecer em Chiang Rai, como Sukhothai, plantações de chá, trekking e muitas outras coisas. No nossa caso acabamos fazendo um passeio de um dia chamado Golden Triangulo. Nesse passeio de um dia e muitas horas de Van com um motorista maluco que corria feito um louco passamos por três pontos:

White Templo ou Templo Branco – um templo moderno e muito bonito





Golden Triangle ou Triângulo de Ouro – fronteira com Laos e e Burma onde no passado era comercializado o ópio e a moeda de troca era ouro, por isso Golden Triangle.



Mulheres Karen ou Long Neck (Pescoço Comprido) – estávamos muito na dúvida sobre ir ou não ir,  alguns amigos me contaram que preferiram não ir, pois entendiam que era estranho ir para “ver” e que se tratava de um certo tipo de exploração. Nossa conclusão final foi bem diferente, elas de pendem do turismo, ficam na vila e vendem seus artesanatos. Essa é uma tradição local com muitas lendas. Alguns dizem que elas usavam essas argolas com proteção contra ataques de animais, outros dizem que era porque achavam bonito, enfim, não sabemos ao certo, somente que é uma tradição e que em breve irá acabar. As moças mais jovens não estão dispostas a seguir com isso, pelo menos foi o que nos pareceu.



















A paisagem – Contemplar as plantações de arroz, as montanhas e vales foi parte do Bônus desse passeio. Mas se me perguntar, valeu? Não se iria, pois a viagem é muito longa para ver pouco, o que você está vendo aqui!





Chiang Mai - Norte da Tailândia

Chiang Mai é no Norte da Tailândia, uma cidade do interior cujo o nome significa Antiga Cidade Murrada. Visitar o interior da Tailândia é uma oportunidade de mergulhar mais profundamente na cultura e nos costumes e sentir na pele a energia desse país repleto de espiritualidade. Chiang Mai é uma cidade com muitos templos, assim como Roma tem igrejas decidir visitar todos eles, definitivamente não é uma boa ideia. Caminhe pela cidade, escolha alguns e aprecie sua vista. Chiang Mai tem inúmeros resorts, perto e longe do centro (parte murada), nós ficamos em um fora da cidade sensacional que super recomendo Yaang Come Village. Uma boa pedida é acordar cedo, passear um pouco e na hora do sol quente almoçar e pegar uma piscina. No final da tarde visitar os templos  (só fique atento para os horários, alguns fecham antes do anoitecer).
Deslocando-se em Chiang Mai: a maior parte das pessoas pega Tuk-tuk para lá e para cá, não é caro, mas se você deseja economizar mais ainda pode alugar um moto por 200 bhats por dia, o que significa menos de 15 reais. Isso mesmo!!! Acredite!!! Só que se não tiver prática desaconselho, pois é mão inglesa para complicar um pouco mais sua vida e muita gente sofre acidentes.

O que mais gostei de fazer em Chiang Mai:

Passeio ao Templo Doi Suthep – Esse templo é lindo, no alto de uma colina, tem uma energia incrível e se você for no final do dia pode dar a sorte de assistir alguma cerimônia como oferendas ou canto de mantras. Os monges dão sua benção e você não tem vontade de ir embora do lugar. É um pouco afastado da cidade, você pode ir de taxi ou alugar uma moto, foi o que fizemos.


Night Baazar e Weekend Market – para fazer compras de presentes, coisas para casa e para você, apesar da avalições negativas do Trip Advisor eu curti!


Jantar romântico no Mandarim Oriental – esse é um hotel super chique que custa em média 1900 dólares a diária, mas o jantar menu degustação, na é época que fomos custou em torno de 100,00 por pessoa. Tem que ir!!! Faça reserva no site do hotel e deguste de um cardápio delicioso, de um ambiente maravilhoso, atendimento de primeira, assista danças típicas e fique encantado pelo hotel (faça um passeio no jardim)!


Visita em uma Loja de Sedas – é só chamar que a própria loja irá lhe buscar na pousada que você está. Vale muito conhecer um pouco da fabricação e fazer muitas comprinhas porque os preços são muito baratos. Se pretende comprar seda para fazer vestido leve as medidas, pois é uma excelente oportunidade.


 














Parque de Elefantes – existem vários parques nos arredores, a maioria deles trate-se de um local que os elefantes são cuidados, você acompanha o banho, assiste a um show e depois faz um passeio. Se preferir visitar reservas de elefantes procure recomendações no TripAdvisor, nesses locais você passa o dia conhecendo e cuidando dos elefantes e o custo é bem maior que no anterior, também não há passeio.



Hotel Yaan Come Village (http://www.yaangcome.com) excelente lugar para ficar, ótimo atendimento.


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Ser Coach, estar Coach: coaching integral no limite da integridade por Benedito Afonso Macagnani*

Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas, 
ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana. 
Carl Jung 

Quando o convite da Iaci para a conversa com Marcelo Cardoso chegou, lembrei-me da conversa que ela teve comigo no CONARH, sobre a necessidade de nos engajarmos no bom combate pelo Coaching que acreditamos. 
Totalmente comprometida com os princípios ericksonianos, à frente do IMR – Coaching & Development e cerrando fileiras com o ICF Brasil (International Coaching Federation), onde faz parte da Diretoria, ela vem se desdobrando, levantando bandeiras, construindo paliçadas, viabilizando palanques e o que mais for necessário em defesa desse ideal. 
O convite que fez para o bate papo com Marcelo insere-se nessa jornada: 
 “Marcelo aceitou nosso convite para um papo com os alunos e ex-alunos do Erickson College para falar sobre a responsabilidade de ser Coach. Vivemos um momento de grande expansão da atividade de Coaching em que muitas coisas têm sido feitas sob este nome, nem sempre pautadas pela seriedade, responsabilidade e até ética que a atuação requer. Temos uma enorme responsabilidade de manter a prática de Coaching em elevado nível de profissionalismo. Sobre estes e outros questionamentos profundos e instigantes, teremos oportunidade de conversar com este ser humano tão especial que é Marcelo!” 

Reagendei compromissos, ajustei horários e, quando me dei conta, lá estava eu no Tryp Itaim Hotel para mais um evento ericksoniano, tomando café com amigos do curso de Coaching e sendo apresentado a outros amigos Coaches. 
Na sequencia, entrei na sala onde aconteceria a conversa com Marcelo e ratifiquei minha condição de aprendiz, inspirado pelo ambiente de sala de aula e pela contagiante sensação de “compartilhamento” instaurada. 

Nesse clima lembrei-me que estávamos vivendo o final do inverno e ocorreu-me, figurativamente, que pela fresta da porta do inverno já era possível antever a primavera... Essa antevisão fez juz ao que presenciaríamos ali! 
Iaci entrou na sala com Marcelo e iniciou sua apresentação, que sinteticamente podemos assim dispor: 
 Marcelo é um daqueles seres humanos especiais com quem tive a oportunidade de trabalhar e conviver e é um prazer tê-lo aqui para trocarmos idéias e ouvirmos sua opinião sobre nossa atividade de Coaching. 
 Sua trajetória profissional é marcada pela transformação que inspira e faz acontecer em todas as empresas por onde passa. 
 Desde maio é Diretor Executivo do Grupo Fleury, responsável por Recursos Humanos, Estratégia, Sustentabilidade e Inovação, com a missão de contribuir para a manutenção da sua liderança no segmento e, ao mesmo tempo, preparar a empresa para os desafios de transformação no mercado de saúde. 
 Mantém paralelamente atividade no campo da Responsabilidade Social, sendo Presidente da ONG Instituto Integral Brasil, ligada ao Integral Institute, fundado nos Estados Unidos em 1998 pelo filósofo Ken Wilber. Esta entidade tem a missão de criar e manter redes permeáveis e emergentes, nos segmentos de negócios, bem-estar e saúde, educação e sustentabilidade. 
 De maio 2008 a fevereiro de 2013 foi Vice Presidente da Natura, responsável por Desenvolvimento Organizacional, Estratégia, Administração, Recursos Humanos e Sustentabilidade. 
 De março 2004 a abril 2008 esteve na DBM, tendo ocupado o cargo de Presidente e de CEO para a América Latina. 
 Anteriormente passou pelo GP (Garantia & Partners), ocupando a posição de CFO da holding de entretenimento responsável pelo criação e implantação do parque Hopi Hari e, antes disso, Gerente Financeiro da Método Engenharia. 

Ato contínuo, demonstrando uma postura de simplicidade e empatia, Marcelo sentou-se ao lado de Iaci, em frente aos convidados, para, calmamente, iniciar a conversa. 
Sentados que estavam ao longo de uma mesa em forma de “U”, os presentes formaram com eles uma corrente progressivamente interativa e alquimicamente energizada, numa espiral virtuosa de humanismo, sensibilidade, despojamento e presença participativa. 

Marcelo começou falando de sua inquietação existencial, de seu compromisso com o processo transformacional e da sua decisão de levar a questão da espiritualidade para o trabalho e para as organizações. 

Sobre a atuação do Coach, citou Jung, “devemos conhecer os limites que ainda não resolvemos”, assumirmos que limites são nossa responsabilidade e, uma vez identificados, que trabalhemos conosco mesmo, não nos permitindo eticamente qualquer postura diferente. Não devemos projetar no outro nossos pontos escondidos, não devemos fazer aquilo que não queremos e, principalmente, devemos escolher com clareza o que queremos. 

Venho trabalhando a sombra, e a sombra é uma grande aliada para encontrar a coragem para dar o passo no vazio, dar o passo de fé, que é dolorido, mas libertador. É abrir mão da autoria, da identidade, para se colocar como centro de ação e de manifestação do universo. Ter consciência do que estou pensando e estar inteiro com a realidade como ela é, abrindo mão da autoria. 

Como Coaches devemos ter consciência de que não ajudamos ninguém e não viemos ao mundo para uma missão grandiosa. Devemos nos conscientizar da importância do paradoxo, da importância do propósito e da capacidade de um propósito nos dar força e integridade, sem nenhuma preocupação com o que acontece fora de nós. 

Para o coaching, faço um paralelo sobre o que penso sobre terapia: não acredito em cura terapêutica, eu acredito em consciência nos permitindo dar respostas diferentes. Este é o caminho. 
Como Coaches devemos facilitar o desenvolvimento do indivíduo, pois este tem condições de se desenvolver e chegar às suas próprias conclusões. 

Tenho trabalhado também com “Somatic Experiencing”. “Na Vivência Somática, você inicia a sua própria cura ao reintegrar partes perdidas ou fragmentadas de seu eu essencial. Para realizar esta tarefa, você precisa de um intenso desejo de se tornar inteiro de novo. Este desejo servirá como uma âncora, por meio da qual a sua alma pode se reconectar ao seu corpo. A cura irá acontecer à medida que os elementos de sua experiência que estavam congelados (sob a forma de sintomas) forem liberados de suas funções relativas ao trauma, permitindo que você descongele gradualmente. Você tem a possibilidade de se tornar mais fluido e funcional, à medida que descongela.”01 

“A maioria das culturas, incluindo a nossa, sofre da opinião dominante de que força significa capacidade de aguentar; que é de algum modo heroico ser capaz de continuar em frente independentemente da severidade de nossos sintomas. A maioria de nós aceita sem questionamentos esse costume social. Usando o poder do neocórtex, nossa habilidade de racionalizar, é possível dar a impressão de que se atravessou um acontecimento bastante ameaçador, mesmo uma guerra, sem nenhum arranhão; e isso é o que muitos de nós fazemos. Continuamos cerrando os dentes e conseguimos a admiração dos demais – heróis, como se nada tivesse acontecido conosco.” 01 

“Esses costumes sociais cometem uma grande injustiça com o indivíduo e a sociedade, ao nos encorajar a sermos super-humanos. Se tentarmos seguir com a nossa vida, sem antes atender aos apelos urgentes que nos guiam de volta a essas experiências angustiantes, então a nossa exibição de força passa a ser nada mais do que ilusão. Enquanto isso, os efeitos traumáticos ficam cada vez mais graves, firmemente enraizados e crônicos. As respostas incompletas, que agora estão congeladas em nosso sistema nervoso, são como bombas-relógio indestrutíveis, programadas para explodir quando evocadas pela força. Continuaremos a ter explosões inexplicadas até que os seres humanos possam encontrar as ferramentas apropriadas e o apoio necessário para desmobilizar essa força. O heroísmo real vem da coragem de reconhecer abertamente as próprias experiências, não suprimi-las nem negá-las.”01 

Podemos, assim sintetizar a conversa com Marcelo: 
Do indivíduo ... “Se você expressar o que está dentro de você, então o que está dentro de você será sua salvação. Se você não expressar o que está dentro de você, então o que está dentro de você irá destruí-lo.”02 
Ao coletivo ... “Na vida, todos estamos presos numa rede inescapável de interdependência. Aquilo que afeta cada um de nós diretamente, afeta todos nós indiretamente.”03 

(*)B. Afonso Macagnani é executivo de Recursos Humanos, coach pelo IMR / Erickson College e mestre em Administração de Empresas pela PUC–SP. Contato: (e-mail) macagnani@osite.com.br e (celular) +55 (11) 9 9992-0740. 
01 Texto identificado no livro “O Despertar do Tigre – Curando o trauma” de Peter A. Levine com Ann Frederick (tradução Sonia Augusto) – São Paulo: Summus Editorial, 1999, para consubstanciar citações de Marcelo Cardoso. 
02 Em “Gnostic Gospels” de Elaine Pagels, Random House, 1979. 
03 Frase de Martin Luther King Junior.