segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O que desejar para 2012? Talvez, que tal? "Parar de desejar..."


Eu adoro Final do Ano... Me sinto extremamente abençoada por Deus... É como se todo o final de ano recebesse um presente: a possibilidade de fazer diferente...

Assim, todos os anos faço minha reflexão do ano e o planos e projetos para o próximo ano...

Este ano tenho refletido muito sobre o significado da vida, sobre porque estamos nesse mundo, qual o nosso papel...

Minhas reflexões me conduziram para um caminho um pouco diferente nesse ano... Há algo me dizendo: "Deseje receber do universo, de Deus, da Consciência suprema aquilo que vai levá-la e evoluir". Confesso que me pego brigando com essa voz interna... dizendo: "Como assim Final de ano sem metas? Como assim final de ano sem desejar "presentes"? Difícil! Um exercício...

Por outro lado, todos os anos, também, costumo fazer uma RODA DA VIDA (Roda com todas as áreas da vida: Relacionamento, Família, Trabalho, Saúde...), procurando medir quão satisfeito me sinto com minha própria vida e para minha grata surpresa sinto PAZ com relação ao que estou experimentando em cada uma das áreas da minha vida. Parece que os exercício de desejar menos desse ano e acolher o que o universo está me oferecendo ajudou de algum forma...

É claro que é difícil não pedir nada. Já que não pedir é algo que parece não combinar com nossa civilização atual, tenho um convite a fazer, antes dos tradicionais pedidos do final do ano "Quero trocar meu carro ou fazer aquela viagem que estou economizando há anos" convido-o a refletir sobre as seguintes questões:

O que desejo experimentar em 2012?

Quem são as pessoas que quero estar próximo?

O que de fato tem importância e valor na minha vida?

Se esse fosse o último ano da minha vida, o que priorizaria?

Se amanhã fosse o último dia da minha vida, a que me dedicaria?

Quanto comecei a meditar a primeira meditação que aprendi foi refletir sobre a impermanência da vida, algo que é concreto e que não paramos para pensar.
Por que será que não paramos para pensar nisso? Creio que seja porque nos parece fúnebre falar sobre morte, porém é o aumento dessa consciência que nos torna mais presentes na nossa vida. Experimente! Como dizia a Monja Kelsang Tumo "que tal pensar: TALVEZ eu morra hoje..." Tenho certeza que você deixará de ocupar sua preciosa vida com coisas que não tem significado especial para você!

E se você chegou até o final dessa mensagem, um pouco esquisita de Final de Ano, desejo que você entre 2012 mais consciente sobre você mesmo!

Um abraço muito carinhoso!

A ECONOMIA DA FELICIDADE Jeffrey D. Sachs, professor de Economia na Universidade de Colúmbia, EUA e idealizador com PNUD (Programa das Nações Unidas

NOVA IORQUE – Vivemos numa era de alta ansiedade. A despeito da riqueza mundial sem precedentes, há uma vasta insegurança, inquietação e insatisfação. Nos EUA, uma grande maioria dos americanos acredita que o país está “no caminho errado”. O pessimismo está nas alturas, e o mesmo se dá em muitos outros países.

Diante desse contexto, é chegada a hora de se reconsiderar as fontes básicas de felicidade na nossa vida econômica. A incessante busca por mais renda está levando a uma desigualdade e ansiedade sem precedentes, em vez de a uma maior felicidade e satisfação com a vida. O progresso econômico é importante e pode de fato melhorar em muito a qualidade de vida, mas somente se for exercido em consonância com outras metas.

Nesse respeito, o reino no Himalaia do Butão tem sido o pioneiro. Quarenta anos atrás, o Quarto Rei do Butão, jovem e recém empossado, fez uma notável opção: o Butão iria buscar a “Felicidade Interna Bruta” em vez do Produto Interno Bruto. Desde então, o país tem experimentado uma abordagem alternativa e holística para o desenvolvimento, que enfatiza não somente o crescimento econômico, mas também a cultura, a saúde mental a compaixão e o senso de comunidade.

Dúzias de especialistas recentemente se reuniram na capital do Butão, Thimphu, para fazer um balanço do desempenho daquele país. Fui o co-anfitrião com o Primeiro Ministro, Jigme Thinley, um líder em desenvolvimento sustentável e um grande campeão do conceito de “FIB”. Reunimos-nos na seqüência de uma declaração que foi feita em julho pela Assembléia Geral das Nações Unidas, que por sua vez convocou seus países membros para que examinassem como que suas respectivas políticas nacionais poderiam promover a felicidade em suas sociedades.

Todos aqueles que se reuniram em Thimphu concordaram com a importância de que seja buscada a felicidade em vez da renda nacional. A questão que examinamos é como se alcançar a felicidade num mundo que está caracterizado pela rápida urbanização, mídia de massa, capitalismo global e degradação ambiental. Como que a nossa vida econômica pode ser re-ordenada para recriar um senso de comunidade, confiança e sustentabilidade ambiental?

Em seguida listo algumas das conclusões iniciais. Primeiro não deveríamos denegrir o valor do progresso econômico. Quando as pessoas estão com fome, privadas das suas necessidades básicas, tais como água limpa, assistência medica e educação, e sem um emprego significativo, elas sofrem. O desenvolvimento econômico que mitiga a pobreza é um passo vital na promoção da felicidade.

Em segundo lugar, a incessante busca pelo aumento do PIB com a exclusão de outras metas também não é o caminho para a felicidade. Nos EUA, o PIB aumentou agudamente nos últimos 40 anos, mas a felicidade não. Em vez disso, a obcecada busca pelo aumento do PIB gerou maiores desigualdades de riqueza e poder, impulsionou o crescimento de uma vasta subclasse, aprisionou milhões de crianças na1

pobreza, e provocou uma séria degradação ambiental.

Em terceiro, a felicidade é alcançada através de uma equilibrada abordagem à vida tanto pelos indivíduos quanto pelas sociedades. Como indivíduos, ficamos infelizes se nos forem negadas as necessidades básicas materiais, mas também ficamos infelizes se a busca por maiores rendas substitui nosso foco na família, amigos, comunidade, compaixão e na manutenção de um equilíbrio interior. Como sociedade, uma coisa é organizar as políticas públicas para manter os padrões de vida ascendentes, mas outra bem diferente é subordinar todos os valores da sociedade na busca do lucro.

Mesmo assim a política nos EUA tem cada vez mais permitido que os lucros corporativos dominem todas as demais aspirações: e de, justiça, confiança, saúde física e mental, e sustentabilidade ambiental. As doações feitas por corporações nas eleições cada vez mais corroem o processo democrático, com as bênçãos da Suprema Corte dos EUA.

Em quarto, o capitalismo global apresenta muitas ameaças diretas à felicidade. Ele está destruindo o meio-ambiente natural através da mudança climática e de outros tipos de poluição, enquanto que a incessante torrente de propaganda da indústria petrolífera mantém muita gente ignorante disso. Ele está debilitando a confiança social e a estabilidade mental, com a prevalência de depressão clínica aparentemente em ascensão. Os meios de comunicação em massa se tornaram meros pontos de venda para as “mensagens” corporativas, e com isso os americanos sofrem de uma crescente gama de vícios consumistas.

Considere como a indústria de fast-food usa óleos, gorduras, açúcar e outros ingredientes viciantes para criar uma insalubre dependência em alimentos que contribuem para a obesidade. Um terço de todos os americanos é obeso. E o resto do mundo irá eventualmente nos seguir a menos que os demais países restrinjam essas perigosas práticas corporativas, incluindo a publicidade de alimentos insalubres e viciantes para crianças pequenas.

Mas o problema aqui não é apenas a alimentação. A publicidade de massa está contribuindo para muitos outros vícios, que por sua vez implicam em grandes custos de saúde pública, incluindo excesso de TV, jogatina, uso de drogas, tabagismo e alcoolismo.

Em quinto, para promover a felicidade, precisamos identificar os diversos fatores além do PIB que podem elevar ou baixar o bem-estar da sociedade. A maioria dos países investe para medir o PIB, mas despende pouco para identificar as fontes de uma saúde sofrível (como fast-foods e excesso de TV), de uma declinante confiança social e da degradação ambiental. Uma vez que compreendamos esses fatores, podemos agir de acordo.

A insana busca por lucros corporativos está nos ameaçando a todos. Na verdade, deveríamos apoiar o crescimento econômico e o desenvolvimento, mas somente num contexto mais amplo: que promova a sustentabilidade ambiental e os valores de compaixão e honestidade que são requeridos para a confiança social. A busca pela felicidade não deve ficar confinada àquele lindo reino montanhês do Butão.

Jeffrey Sachs é Professor de Economia e Diretor do Earth Institute na Universidade de Colúmbia. Ele também é Conselheiro para o Secretário Geral das Nações Unidas no tocante às Metas de Desenvolvimento do Milênio.

Créditos: http://www.visaofuturo.org.br/inicio.html

Uma homenagem ao nosso Lar TERRA

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

É Natal: qual o significado dos meus presentes?


Você já parou para pensar porque presenteamos tantas pessoas no Natal?

Penso que presenteamos porque o Natal a oportunidade que temos todo o ano para expressar gratidão. Eu, particularmente, não consigo deixar de presentear... Nessa época fico pensando em todos que passaram pela minha vida durante esse ano, penso nas pessoas que não consegui estar tão próxima quanto eu gostaria e desejo dizer: Obrigado! Você é importante na minha vida! Quero que saiba o quanto gosto de você!

Nesse final de semana tive a oportunidade de encontrar pela terceira vez com alguém que admiro muito, Dominic Barter, e ele me mobilizou a refletir sobre o significado dos presentes que estou distribuindo, nunca havia parado para pensar que não existe igual significado, cada pessoa tem um espaço diferente na minha vida e sou muito grata por isso.

Refleti também o quanto preciso fazer mais apreciação ao longo do ano, pois percebo que, muitas vezes, me acostumo com o que estou recebendo e deixo de apreciar...

No "A ciência de Ser Feliz", da Susan Andrews, a autora nos convida e realizarmos uma lista de Gratidão todos os dias e tenho feito essa lista com meu marido todos os anos nessa época, é muito gostoso esse exercício de dividirmos o que somos gratos de maneira ampla e um com o outro... Sempre me emociono e percebo que sou muito mais feliz do que estava reconhecendo.

Gostaria de convidar você para fazer sua lista de gratidão, você topa?

Depois me conta os resultados...

Feliz Natal, muita gratidão por você fazer parte da minha vida!

Fim de ano...

Estou tentando escrever uma bela mensagem de Natal e Ano Novo... mas não sei o que acontece que não estou me sentindo inspirada, assim vou escrever sobre essa época do ano.

Não sei se todos vocês experimentam o mesmo sentimento... Nessa época do ano percebo um certo alvoroço externo, mas também interno...

Sinto mais saudades, me emociono mais, sinto mais sono...

Um desejo de encontrar e falar com todos que fizeram parte da minha vida invade meu coração como se não fosse possível daqui duas semanas encontrá-los novamente.

Porém nesse ano, tive um novo desejo Natalino, o desejo de silenciar, de me aquietar, de ouvir um voz que só se manifesta no silêncio... Podemos chamá-la de Deus, de Consciência Cósmica ou simplesmente de meu coração...

E o essa voz me trouxe uma mensagem que queria compartilhar com aqueles que tiveram paciência de ler essa mensagem até o Final:

"Fique feliz com a felicidade alheia e preocupado com os problemas alheios. Somente isso é Natural. Não seja antinatural. O esforço de tratar a TODOS como a si mesmo culmina no amor pelo Supremo." P.R. SARKAR

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Congresso CBTD - Participem da minha Palestra - Geração Y: Como atrair , motivar e reter?


O CBTD é o Maior Congresso de Treinamento da América Latina e contará com a presença de mais de 2.000 (dois mil) profissionais de RH e Treinamento e mais de 90 atividades técnicas!

Gostaria de oferecer uma vantagem especial para você participar do evento! Como meu convidado, você terá direito a fazer a inscrição com 50% de desconto! Para utilizar esse benefício, basta fazer a inscrição agora mesmo através do link abaixo que automaticamente o desconto será concedido:
Link para inscrição com desconto:
http://portal.abtd.com.br/portal/cbtd/inscricao.html?cp=2011A3187CE

Cupom de Desconto: 2011A3187CE

Faça a inscrição o quanto antes, pois as vagas são limitadas e já estão se esgotando! Eu já faço parte desse sucesso, pois ministrarei a atividade Geração y: Como Atrair, Motivar e Reter?, no dia 07/12 - QUARTA-FEIRA, às 13:45h, com o código P-16.
Até Santos!


Veja mais informações e toda a programação diretamente no link:
http://portal.abtd.com.br/portal/cbtd/programa.html

domingo, 23 de outubro de 2011

Qual o sentido da vida?



Depois de um final de semana de muita meditação sobre o tema Vida, Morte e Reencarnação não poderia deixar de compartilhar com vocês minhas reflexões.

Há muito tenho me feito a pergunta: Por que mesmo estou aqui nesse mundo? Nesse momento? Com esses desafios?

Ao trabalhar dentro de empresas, repletas de conflitos e competição e ao mesmo tempo permeadas por carinho, alegria e criatividade, venho me perguntando, será necessária essa dicotomia? A resposta parece ser sim...

Estamos nesse mundo para evoluirmos, para aprendermos a amar incondicionalmente e nesse cenário, nessa “enorme peça de teatro” somos “testados” a praticar novos comportamentos, adotar novos padrões. Será mesmo necessário responder “agressão” com mais agressividade? Acredito que não, acredito ser possível enxergar o coração de cada um e encontrar em cada um dos atores a presença de Deus.

Aprendi nesse final de semana que palavras como: Destino e Coincidências são palavras que deveriam ser eliminadas do nosso vocabulário...

Nossa vida atual é o espelho do que “plantamos” em outros tempos, e nossa vida futura será reflexo do que estamos vivendo nesse momento... O que você tem plantado para seu futuro?

Alegria? Cooperação? Serviço ao outro? Ou... vingança? Raiva? Inveja?

Continuaremos experimentando dificuldades, mas a pergunta é: como vamos lidar com elas? Iremos continuar respondendo com ações que irão nos trazer novos sofrimentos futuramente?

Uma monja budista uma vez me disse algo que procuro refletir diariamente: Como saber se uma ação é boa ou má? Sua ação está ajudando as pessoas? Boa ação. Sua ação está prejudicando alguém? Má ação.

E as coincidências? De onde vem? Por que não existem? Porque não é a toa que estamos juntos nesse barco, não é por acaso que você tem aquele colega que te tira do sério... O jogo cósmico nos colocar situações para que possamos cumprir nossa meta sagrada: “Transcender prazer e dor e vivem em um estado de graça.” Palavras da Guru Susan Andrews.

E o melhor de tudo, não é preciso refugiar-se no Himalaia para viver sua meta sagrada.

Tenha uma vida simples, convivendo com pessoas de forma harmoniosa e atinja a bem aventurança nessa vida ou quem sabe na próxima.

Agradecimento especial a querida Susan e aos meus colegas do Biopsicologia que compartilharam comigo esse final de semana.

Quem tiver interesse por esse assunto leia o Livro Tibetano do Viver e Morrer de Sogyal Rinpoche, mas quem tiver muito interesse em trilhar esse caminho espiritual acesse o site http://www.visaofuturo.org.br/bio/index.html

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Sucessão Familiar na Empresa com Francis Valdivia Matos no Alma do Negó...

Sistema Familiar X Sistema Empresarial: Convergências e Divergências - Francis Matos, Werner Bornholdt, Sergio Dias





Francis e Werner falaram sobre os dilemas da empresas familiares, paradoxos, forças restritivas, crenças e mitos que podem comprometer tanto o sucesso do sistema empresarial quanto a saúde do sistema familiar.



Algumas forças restritivas:



· Tentativa de preservar a harmonia a qualquer custo (falta de espaço para discordar)
· Fazer de conta que está “tudo bem”;
· Falta de espaço para debater divergências;
· Hierarquia familiar inflexível “Exemplo: Mais velho tem que ser o sucessor”, “Filho homem pode ser sucessor, filha mulher não”;
· Paternalismo;
· Choque de personalidades;
· Excesso de informalidade;
· Contratos “implícitos” - o peso do não dito é muito forte;
· Ciclo de vida familiar não sincronizado com o ciclo da empresa.



Fica a seguinte pergunta, como transpor as forças restritivas? Diálogo, diálogo e diálogo... O grande desafio nas empresas familiares é trazer o conflito para a mesa de discussão, quando o conflito está presente, mas está disfarçado pela harmonia familiares, as forças restritivas são potencializadas e seu impacto torna-se forte em ambos os sistemas tanto familiar quando empresarial.



E os Paradoxos?



· Primeiro lugar o negócio OU Primeiro lugar a família;
· Discutir os problemas em casa OU não levar os problemas para casa;
· Distribuir dividendos OU Reinvestir no negócio;
· Sucessor da Família OU sucessor do mercado.



Poderíamos listar algumas páginas de paradoxos vividos por empresas familiares e membros das diversas gerações, a pergunta que gostaria de trazer é: Será necessário ser OU??? Seria possível partirmos para uma linha mais voltada para E?



É preciso, como mencionou Werner, optar primeiro a família? Primeiro o negócio? Ou podemos pensar em possibilidades que conciliam interesses e necessidades dos envolvidos?



Sergio Dias contou sua experiência em ser um profissional (líder) em uma empresa familiar, sua dica é: Mantenha-se neutro nos conflitos, não tome partido e entregue resultados!



Inúmeras foram a s questões feitas pelos participantes e resposta dos Consultores a mesma: NÃO TEM RECEITA... CADA CASO É UM CASO... MAS... PREMIARAM-NOS COM ALGUMAS POSSIBILIDADES PARA REFLETIRMOS...



Como ajudar uma empresa que a segunda geração está em um ritmo mais acelerado de mudança que a primeira? Francis Matos: é preciso integrar os dois grupos, colocá-los para trabalhar juntos, compartilhar necessidades. A geração que irá assumir no futuro precisa criar um novo modelo de gestão que será diferente do atual modelo e deve compartilhar suas ideias e expectativas com a geração que “manda” atualmente. Literalmente colocá-los para dançar no mesmo ritmo. Temos cada vez mais esse conflito nas empresas familiares, as diferenças geracionais precisam ser trabalhadas.



O que fazer quando o sucessor não quer sair? Francis e Werner - O sucedido precisa ter um novo projeto senão não há sucessão.



Melhor trabalhar na empresa da família ou fora da empresa? Francis e Werner: Talvez as duas coisas, importante estudar, buscar se preparar para ser sócio e se possível ter uma experiência em empresa do mercado, mas cada empresa faz as suas regras nesse sentido. Tem empresas que as regras são bastante rígidas.



Como o “filho do dono” passa a ser respeitado dentro da organização? Werner: o “filho do dono” sempre será visto como filho do dono, precisa aprender lidar com isso e poderá ocupar seu espaço com os resultados e sua postura.



A partir de que idade devemos investir na formação de sucessores? Francis, fala da importância de buscar formação e experiências fora do universo da empresa. Werner brinca: “Se me perguntarem eu nego, mas na minha opinião aos, 12 anos, aliás como acionista ao 6 anos!” Podemos concluir que a sucessão começa na transmissão dos valores familiares e na preparação do herdeiro sobre seus direitos e, consequentemente, suas responsabilidades.



Como os consultores podem ajudar as empresas familiares nesse processo de profissionalização? Primeiro, não criando alianças, os consultores precisam ser neutros e conquistar a confiança de todas as partes, isso é pré-requisito para ajudar. Depois, na opinião da Francis, sempre combinar trabalhos coletivos com individuais.



E quando quem manda não está na mesa? O que fazer? Não há escolha: é preciso trazê-lo para o jogo, os dois consultores são unânimes aqui, é preciso trazer quem tem poder, mesmo que seja a vovó de 90 anos para o jogo.



Quando tem profissional familiar e não familiar preparado para ser sucessor quem escolher? Werner encerra sendo categórico: “Na minha opinão o da Família sempre é melhor!”
Obrigado pelos consultores Werner e Francis por nos brindarem com experiência e conhecimento!


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Autoconhecimento a partir da sua história familiar



Semana passada tive a oportunidade de participar de um Laboratório conduzido por Francis Matos no Congresso Brasileiro de Dinâmica de Grupos cujo título era “Conflitos Familiares: o que se fala X o que se escuta” escreverei um posting sobre a oficina, mas o que quero dividir aqui é a atividade de apresentação.



Francis pediu que cada um dos participantes desenhasse o Genograma de sua família em três gerações - avós, tios/pais, irmãos. O objetivo era que nos apresentássemos de acordo com nossa história familiar, depois trabalhamos em duplas conversando sobre: Qual a posição que ocupávamos na nossa família?De acordo com essa posição ocupávamos algum papel importante? Gostamos desse papel? Ele impacta positiva ou negativamente nas nossas vidas? Existia algum padrão presente nas três gerações?



Saí do Laboratório com algumas perguntas... Algumas perguntas sobre minha família sempre me inquietaram e decidi “usar a desculpa do Genograma” para conversar com meu pai. Domingo pela manhã tive um conversa significativa, uma conversa permeada por emoções profundas, uma conversa que permitiu entender e valorizar escolhas feitas pelo meu pai e jamais entendidas por mim. Só tenho a agradecer pela oportunidade fazer esse simples exercício de tamanha profundidade.



Quando nos apropriamos da nossa história nos tornamos mais preparados para fazer as escolhas do futuro, assim não poderia deixar de convidá-los para fazer o mesmo exercício!!!


Legenda para Elaborar o seu:


Quadrado - Homem

Circulo - Mulher

X - Falecimento

Ordem - Mais velho da esquerda para a direita

// - Separação

....... - Adoção

Reportagem - Dalai Lama prega criatividade, amor e perdão a empresários - Por Soraia Yoshida



Em sua quarta visita ao Brasil, o líder espiritual tibetano tem tratamento de ídolo pop e fala sobre a responsabilidade individual na busca de um mundo melhor“Ele está chegando!”. O nervosismo tomou conta do hall de entrada do auditório do World Trade Center, em São Paulo, onde mais de 500 empresários, professores universitários, especialistas em coaching e jornalistas aguardavam há pelo menos duas horas pela chegada do Dalai Lama. Ladeado por agentes da Polícia Federal, ele vinha para falar sobre a nova ética nos negócios. Mas para todos os incautos que chegavam pelo elevador ao último andar do prédio, mais parecia que a multidão de fotógrafos e tietes esperava um rockstar."A paz não cai do céu nem é conquistada através da reza", garante Dalai Lama“O Brasil chama atenção de todos. Agora vocês têm a oportunidade de serem ouvidos. Façam o esforço de diminuir o abismo entre ricos e pobres”Tenzin Gyatso, como se chama o líder espiritual do Tibete e Prêmio Nobel da Paz, é mesmo um rockstar. Para a plateia que o recebeu ainda timidamente duas horas depois do horário marcado, ele quebrou o gelo dizendo “Estou um pouco atrasado. Até já passou da minha hora de dormir”. Diante de tantos empresários, ele assegurou que não entendia nada de negócios e que certamente, se tivesse um, a empresa iria à falência. Mas entre risadas e histórias sobre sua andança pelo mundo, o XIV Dalai Lama passou seu recado: que todos, empresários, governantes, cidadãos, são responsáveis por um futuro mais sustentável, que ele espera seja livre também de armas nucleares e do modelo econômico competitivo que se alimenta da guerra e da fome. “O Brasil chama atenção de todos. Agora vocês têm a oportunidade de serem ouvidos. Façam o esforço de diminuir o abismo entre ricos e pobres”, disse à plateia. Pregando o altruísmo, a libertação da mente e do egoísmo, o Dalai Lama comentou que a crise financeira mundial tem suas raízes em métodos que só enxergam os problemas no curto prazo – o que ele chama de uma visão míope frente ao mundo. “É impossível eliminar todos os problemas, mas precisamos usar um método para buscar soluções porque não há outro jeito. Este deve ser o século em que temos de acabar com a guerra”, disse. Segundo ele, não é mais possível seguir o modelo do século passado, marcado por violência e muita corrupção. “O mundo deveria se livrar de todas as armas nucleares e de conflitos”, afirmou.Em um giro pela América Latina, o Dalai Lama já passou pelo México e pela Argentina, de onde voou para o Brasil. O evento desta quinta-feira, organizado pelo Fórum de Líderes e pela Palas Athena, teve o ex-ministro Ozires Silva como um dos oradores. A espera de duas horas acabou sendo preenchida também por depoimentos pessoais sobre o por quê estavam ali para ouvir o líder espiritual tibetano. “Temos carência de líderes centrados em valores”, disse o consultor em coaching e ex-professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Ricardo Farah. Sua fala deu o tom para que o evento ganhasse um clima menos sisudo, mas abriu as comportas para discursos sobre o novo milênio e conexão espiritual.Em seu próprio discurso, o Dalai Lama tocaria nesses temas com mais leveza. “Nós somos seres criativos”, disse. “Se você pensar nesses termos, com amor e perdão, é um caminho. Sem Deus, mas vendo você mesmo como criador de coisas boas. Esse é o caminho para o verdadeiro altruísmo”.Sua santidade indicou que não estava ali para pregar religião. Chegou a brincar dizendo que, religiosamente falando, é um “marxista”. Logo no início de sua palestra, ele já havia feito comentários sobre a China atual, um “pais comunista, com uma economia capitalista”, fato que ele definiu como “muito impressionante”. A China incorporou o Tibete em 1950 e chegou a firmar um acordo que dava autonomia ao país, mas passou a interferir mais e mais em um processo que culminou com a rebelião tibetana em 1959. O Dalai Lama teve de fugir para a Índia – onde estabeleceu seu governo no exílio. Este ano, ele anunciou que abdicava de seu papel político em favor de eleições, vencidas por Lobsang Sangay, formado pela Harvard, que assumiu em agosto.Ao final da palestra, o Dalai Lama respondeu a algumas perguntas da plateia. Diante de "O senhor é feliz?", ele disse "Não sei". Riu e depois emendou: "Quando eu falo e a plateia me encara com uma cara fechada, eu não sou feliz. Mas quando eles me olham e riem, eu fico feliz". Os brasileiros responderam com uma salva de palmas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sapore D´Itália - Episódio 1

Queridos amigos e leitores do Blog,

Os links abaixo não estão relacionados com Liderança, nem coaching, nem Geração Y - mas decidi compartilhar, primeiro porque é o trabalho da minha irmã que não foi veiculado na TV em São Paulo, mas somente no Rio Grande do Sul e, segundo, porque todos nós precisamos nos divertir e risos contrinuem para nossa qualidade de vida!!!

Espero que assistam o primeiro link e se gostarem assistam todos os outros abaixo!!!

Boa diversão!!!


http://mediacenter.clicrbs.com.br/rbstvrs-player/45/player/203306/sapore-d-italia-demo-via-20-08-2011/1/index.htm

Sapore D´Itália - Episódio 2

http://mediacenter.clicrbs.com.br/rbstvrs-player/45/player/205102/sapore-ditalia-venezianos-27-8-2011/1/index.htm

Sapore D´Itália - Episódio 3

http://mediacenter.clicrbs.com.br/rbstvrs-player/45/player/206895/sapore-ditalia-la-mamma-3-9-2011/1/index.htm

Sapore D´Itália - Episódio 4

http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=208426&channel=45

Sapore D´Itália - Episódio 5

http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=209666&channel=45

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Será que somos mesmo diferentes???


Cada dia que estudo sobre diferenças entre gerações e tenho a oportunidade de passar algumas horas com grupos de pais, jovens profissionais, profissionais mais veteranos como nessa semana mais me convenço que no fundo, no fundo somos todos iguais.
Somos iguais porque estamos em busca do mesmo: reconhecimento, ser feliz, fazer um bom trabalho, nos desenvolvermos, aproveitarmos nossa vida. Cada um de nós faz isso à sua maneira, talvez aos 15 gritando para os pais suas necessidades. Aos 17 enfatizando suas escolhas profissionais, aos 50 desejando ficar mais um pouco na empresa para continuar aprendendo.
Por outro lado, se somos tão iguais assim por que não nos reconhecemos como iguais? A medida que o tempo passa, temos uma capacidade seletiva de retermos as nossas boas lembranças e esquecermos ou descartarmos aquilo que não nos agradava ou nos causou desconforto e ai o que sobra da nossa juventude? As coisas boas! A nossa rebeldia, insatisfação, o nosso testar limites, fica escondido, até que um dia uma consultora, psicóloga ou mesmo um amigo nos faz relembrarmos e, então, nos damos conta de que éramos iguais nossos filhos, iguais nossos estagiários, iguais nossos trainees.
Quando fui a exposição “6 Bilhões de Outros” no MASP, ouvindo relatos de pessoas que morram do outro lado do mundo, em lugares de cultura completamente diferente com valores opostos aos nossos respondendo perguntas como: O que é felicidade para você? Qual o significado da sua vida? O que faz o amor durar? Percebi que sou muito parecida com uma Indiana, Africana, Chinesa, Japonesa. Sabe por quê? Porque estou na mesma estrada, na mesma busca dessas pessoas todas...
P.R. Sarkar um mestre de Yoga, o guia espiritual da minha guia espiritual Susan Andrews disse: “Se reconhecermos o Ser Supremo, Deus, em cada pessoa será difícil haver guerra, desentendimento e ofensas.” Eu diria se começarmos a nos reconhecer no outro, nos seus medos, sua ambição, seus desejos, começaremos a nos aproximar e tornar possível OUVIR, não suas palavras, mas seu coração.
Líderes, pais, amigos tentem escutar o coração desses jovens que precisam da sua experiência, da sua maturidade, do seu apoio!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Precisamos, urgente, cultivar a Ética…


O que é Ética? Nessa semana estive em dois lugares diferentes e esse tema foi abordado de forma bastante distinta em cada local, mas a essência é a mesma... Ética é respeito, ética é “se importar com o outro”, e para respeitar e se importar e necessário olhar de verdade para ele e reconhecer sua existência como outro, como diferente de mim... Ver e reparar... Quantas e quantas vezes, não paramos para olhar nem mesmo aqueles que estão perto de nós, nossos porteiros, diaristas, nossos amigos, familiares, nossos colegas de trabalho, de trânsito, nossos vizinhos...
Respeito significa pensar no Bem Comum... Será que fazemos isso no dia a dia, ou não? Damos espaço para o carro que quer entrar? Dividimos o que recebemos com os que precisam de ajuda? Ou distribuímos as sobras? Essas perguntas me inquietam... Sem dúvida, muitas e muitas vezes, minhas respostas não me agradam. Por outro lado, esse desconforto tem me ajudado a pensar na minha vida de uma forma diferente... Meu marido costuma dizer uma coisa que faz muito sentido, fomos educados para revidar, é como se caso você não cobrasse teus direitos você fosse considerado fraco... Mas será que esse caminho nos leva a um mundo melhorar para vivermos?

Terezinha Rios, disse: “Se eu me importo com o outro verdadeiramente, eu não roubo quando estou no comando e sim atendo as necessidades dos que me elegeram...” Porém, nós costumamos focar nossa atenção para os grandes casos éticos, mas como está a nossa ética diária? Estamos sendo coerentes com as pequenas coisas? Quando tem um papel na rua eu pego e coloco no lixo, ou penso “não fui eu!!!”, “Não é minha culpa!!!”? Me preocupo com o bem comum ou com o MEU bem? Bebo e não dirijo porque existe uma lei seca ou porque não quero provocar nenhum acidente?

Como anda a nossa solidariedade? Solidariedade seria a ética levada à última consequência...

E por ultimo, ouvi Susan Andrews citar Schopenhauer “A Raiz da Ética é a empatia”. E o que é empatia senão olhar para o outro, priorizar o outro em detrimento do MEU EGO. E será que estamos fazendo isso? Nós só poderemos cultivar a ética por meio de nosso próprio exemplo. Talvez não possamos mudar nossos governantes da noite para o dia, mas precisamos agir nas crianças, fazer o mal, prejudicar o outro não pode ser mais o modelo admirado... Precisamos urgente, admirar aqueles que se importam, os que cuidam... Ensinar as nossas crianças que fazer o bem para o outro é o caminho...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Evento sobre o tema Família com Francis Matos, imperdível!!! Super Recomento!!!



Quem quiser anotar na agenda os próximos eventos acesse: http://sbdgnucleosp.blogspot.com/

domingo, 15 de maio de 2011

Conselho de Família - Uma ferramenta estratégica para famílias empresárias *Silvana Romagnole

Existe hoje no Brasil e no mundo um grande número de empresas familiares; e em alguns países elas são consideradas a base da economia. Seja grande, média ou pequena, a empresa familiar têm um papel significativo no desenvolvimento econômico, social e até político de vários países.

Porém essas empresas de controle familiar enfrentam grandes desafios para se perpetuarem no mercado, que vão além dos problemas normais de organização: Os conflitos familiares são hoje a principal fonte de preocupação, porque podem tomar grandes proporções quando não há separação entre família, gestão e propriedade.
Muitos fundadores, que têm sido ótimos estrategistas nos negócios, muitas vezes não conseguem traçar estratégias para o crescimento da família. Não atentam para o fato de que conforme a empresa cresce, cresce também o número de membros da família que se tornam adultos em lares - e valores – diferentes, têm que conviver com sócios que não escolheram e, muitas vezes, não existem regras definidas para tal convivência.

Esses filhos se casam, têm seus próprios filhos e, nas segundas e terceiras gerações muitas situações acontecem: alguns gostariam de trabalhar na empresa, mas seus pais não os querem por lá; outros pais querem, mas justamente os seus filhos buscam diferentes carreiras; outros possuem formações variadas que não agregam ao negócio.

Em alguns casos os acionistas, que muitas vezes são herdeiros, passam a enxergar o negócio como continuidade da família, e assim, não conseguem separar os papéis de herdeiro, sucessor, acionista, executivo e proprietário de um patrimônio - passam a misturar gestão com propriedade, criando grandes problemas para a empresa.

Outro grande problema é a sucessão. Para se conseguir realizar uma sucessão é indispensável que os herdeiros e/ou acionistas se conscientizem de seu papel e desenvolvam um trabalho em prol da perpetuação da organização. É nesse momento que a família deverá ter a percepção necessária para escolher a melhor forma de sucessão - seja familiar ou profissional.

Na busca dos candidatos, quando a sucessão for dentro da família, será necessário regras bem definidas aprovadas pelos grupos familiares ou Conselho de Família. Se a decisão for por um externo, além das habilidades o candidato deverá assimilar os valores da organização.

Todo processo sucessório é um processo longo e planejado que entregará à próxima geração um legado, os sonhos e valores dos fundadores.

Suceder um empreendedor não é tarefa fácil. Pode ser muito complicado, ainda mais nas empresas familiares que não possuem um sistema de governança e um acordo societário muito bem definido.

Enfim, são inúmeras as questões que se não forem previstas e discutidas entre as famílias poderão criar frustrações e sofrimentos desnecessários e que, com certeza, irão afetar a sobrevivência da companhia para as futuras gerações.

E é nesse emaranhado de emoções que muitas empresas têm buscado formas de administrar esta complexidade das questões familiares, criando os Conselhos de Família.

Estes conselhos de família não são regidos pela lei das S. A. Não são necessariamente um órgão estatutário, mas sim uma instituição formal definida por meio de acordo de acionistas, com orçamentos específicos muitas vezes ligados a uma holding familiar.
Os membros do Conselho de Família são indicados em assembléias de acionistas ou de família, quando representantes de cada grupo familiar irão representar os seus interesses neste conselho.


Dinâmica do Conselho de Família


O número de conselheiros pode variar, porem o ideal é que seja um número impar, com no mínimo cinco e no máximo nove membros, segundo o IBGC.

Nas reuniões, que podem ser mensais ou bimestrais, os conselheiros definem os valores culturais que deverão ser perpetuados, expectativas em relação à vida familiar e aos empreendimentos, desenvolvem políticas de proteção aos interesses da família no longo prazo, discutem e elaboram o seu código de ética. Definem critérios para a admissão de familiares na empresa, indicam os membros das famílias que irão compor o Conselho e promovem a comunicação eficaz entre os diversos grupos familiares que possam fazer parte da sociedade. Por extensão, auxiliam e estimulam o desenvolvimento de novas carreiras e a colocação, no mercado, de herdeiros que não ingressaram na empresa.

Alguns Conselhos de Família criam formas de preservar a historia da organização; outros podem focar no desenvolvimento dos herdeiros para assumir posições dentro ou fora da companhia. Outros ainda podem desenvolver ações sociais na comunidade onde está inserida a empresa.

Existem diferentes formas de atuar, porem os três pontos básicos que refletem sua missão são educação, cultura e patrimônio. Cada família, no entanto, poderá focar mais um ponto ou outro.

O Conselho de Família também tem o objetivo de reduzir o distanciamento entre os membros de diversos núcleos familiares. Trabalham para prevenir conflitos, reconciliam membros, formam herdeiros com visão de acionistas.

E no item “desenvolvimento de herdeiros com visão de acionistas”, existe no Brasil a FBN Family Business Network, que promove o encontro entre famílias empresárias e auxilia no desenvolvimento das futuras gerações, com programas específicos para famílias e herdeiros de empresas familiares.
O Family Business Network - FBN é uma rede independente de empresas pertencentes a famílias no mundo com mais de 3 mil empresas associadas em 45 países. www.fbn-br.org.br/

As empresas que fazem parte do FBN são dos mais variados segmentos e portes, nacionais e multinacionais que já passaram para outras gerações e buscam a sustentabilidade dos seus negócios.
O Conselho também tem como papel integrar os membros da família, reduzindo os conflitos sem que estes interfiram na gestão da empresa e para isto definem um presidente, ou porta voz, que irá discutir suas questões com os acionistas e executivos não familiares. Um modelo possível de governança corporativa incluindo a presença de um Conselho de Família é apresentado na figura a seguir.

O Conselho de Família auxilia a redigir o Acordo Societário que tem, entre outros, os seguintes objetivos:

• Assegurar a permanente unificação da família, seus princípios e valores éticos;
• Assegurar o controle societário através dos grupos familiares;
• Estabelecer um código de conduta e ética que regulamente o relacionamento entre empresa, sócios, herdeiros, sucessores e administradores.
• Criar mecanismos para resolução de casos de conflito de interesses e as condições de saída de sócios
• Proteção das partes em situação de conflito
• Controle de gestão respeitando as diferenças dos Grupos Familiares
• Estabelecer o critério de ingresso de acionista(s) /quotista(s) e seus familiares no quadro profissional

Os Conselhos de Família que funcionam adequadamente dão mais segurança aos membros das futuras gerações, pois abrem espaço para discutir problemas, emoções, dinheiro, educação e futuro; e podem ainda, em muitos casos, ser um apoio decisivo para a continuidade de uma empresa familiar em situação de conflito.

Cada família empresária é única e deve criar seu próprio modelo. Entretanto, o que é igual para todos é a necessidade de que os grupos se fortaleçam como família, valores e forma de administrar suas diferenças; que haja realização pessoal de cada componente independente do futuro que escolherem; e que com o apoio do Conselho de Família possa haver o envolvimento de todos os familiares na busca da perpetuação da empresas e na preservação de seus valores.

Silvana Romagnole: é Presidente do Conselho de Família Romagnole; Conselheira pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, Conselheira da Romagnole Participações S.A; Conselheira do Conselho de Cidadania Empresarial da FIEP Paraná e Diretora de Marketing da FBN - Family Business Network. www.silvanaromagnole.com.br

Caminho da Liberdade - Uma história de Compaixão, Superação e Significado



Ontem assisti a esse filme e me remeteu a muitas outras histórias de superação como a histório relatada por Vitor Frankl no livro "Man's search for Meaning" ou o livro de Ingrid Betancourt "Não há Silêncio que Não Termine" que estou lendo nesse momento. Porém, o que há de comum nessas histórias de força, superação e compaixão (porque a dor vivida não se tranforma em vingança)? Há um desejo de realizar algo, há um significado a ser perseguido, há a forte determinação de chegar a algum lugar... Esse filme é tocante e deixa muitas reflexões...

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O que dizer para jovens em começo de carreira???


Passei minha tarde de domingo pensando o que poderia eu dizer de produtivo para jovens que estão começando a carreira... Minhas primeiras reflexões me fizeram sentir um pouco velha... Por quê? Porque me peguei pensando em dizer o que ouvi do meu pai “escolha algo que você faria de graça”... Minha primeira supervisora de estágio “Estude, estude, estude!!! Leia, leia e leia!!!” Meu mentor, Ério Nascimento “Relacione-se, converse, vá atrás, escolha o que quer e busque quem pode te ajudar”.

Depois fiquei pensando, será que os trainees que vou conversar precisam dos mesmos “Conselhos” que eu recebi? Resolvi (pelo meu jeito e minha tentativa de aproximar-me deles) fazer uma enquete no Facebook com pessoas que freqüentam um grupo de estudos “Geração Y”, a pessoas do grupo me deram dicas preciosas, falaram para eu levar cases reais e fictícios sobre executivos bem sucedidos, quais suas competências, ajudando os jovens a refletirem sobre o caminho que precisarão trilhar para chegar ao tão sonhado SUCESSO PROFISSIONAL... Após isso tudo fiquei mais enrolada ainda... Passei um tempão pensando o que é esse bendito Sucesso Profissional? Será que eu tenho esse tal sucesso? O que é sucesso para mim? E para eles o que é sucesso???

Resumindo... Decidi falar com o coração... Pensei em fazer muitas perguntas... As perguntas têm me inquietado profundamente nos últimos tempos, mas ao mesmo tempo elas têm me provocado muito movimento...

Vamos ver se consigo de alguma forma tocá-los e quem sabe eles aprendem comigo a fazer perguntas sobre si mesmos, se conseguir isso terei cumprido minha intenção!!!

Por que o silêncio?



Desde março não escrevo nenhum posting para o Blog e fico pensando se aqueles que visitam estão sentindo alguma falta, ou se deixaram de visitar porque não tenho novidades...

Então decidi escrever sobre o meu SILÊNCIO!!! Meu silêncio começou no dia 19 de Março de 2011 quando iniciei um curso de Formação Biopsicologia*, este não é um curso comum... e no primeiro dia percebi que sou da categoria de pessoas “esquisitas” que povoam o mundo...

Por que sou esquisita?

Porque costumo parar para observar fenômenos que nem todo mundo pára...

Porque, segundo meu marido, costumo acreditar em tudo que eu leio sobre “Espiritualidade” e isso me torna aos olhos de alguns “alguém que não se decide quem religião vai seguir”E agora decidi que não seguirei religiões, mas ensinamentos e mestres...

Porque cada dia que passa descubro que tenho menos respostas na cabeça (e isso para muitas pessoas é sinônimo que falta de força)...

Enfim, o curso de Biopsicologia é ministrado por uma pessoas que, na minha opinião parece anjo, Susan Andrews. Susan é uma psicóloga americana que estudou na India durante muitos anos e que escolheu o Brasil para presentear com sua bondade e sabedoria.

Já foram dois módulos do curso... É como se tivesse dado dois passos rumo ao meu desenvolvimento espiritual, mas dois mini passos que fazem ter a seguinte sensação “por que não comecei isso antes? Como pude viver até meus 30 anos tão distante de Deus?

Minha pergunta tem sido uma só...

Como juntas as coisas? Como viver em um mundo racional, voltado para resultados financeiros onde o maior valor está na competição e o mundo da compaixão e da conexão entre todos os Seres?

Infelizmente vou ficar devendo... Não tenho essa e muitas outras respostas...
Mas comecei a ler um livro que tem me inspirado muito nesse caminho:

UMA TEORIA DO TUDO - KEN WILBER...
E novamente, os sinais, esse livro está comigo a nada mais, nada menos que 5 anos e esse foi o momento de começar a leitura...

*A Biopsicologia se propões a integrar aspectoos do corpo físico, psíquico e espiritual... Estamos estudando tanto o que cientistas modernos tem pesquisado sobre Universo Holográfico e Física Quântica e a relação que isso tudo tem com a sabedoria dos Yougues da India.

domingo, 27 de março de 2011

Reportagens do Jornal da Globo sobre Gerações

Para quem quiser conhecer um pouco sobre o tema e ouvir dicas de empresas que já estão inovando para atrair e engajar esse grupo...

1 - Jornal da Globo - Gerações



2 - Jornal da Globo - Conflito entre as gerações



3 - Jornal da Globo - Geraçao Y



4 - Jornal da Globo - empresas chefiadas pela Geração Y



5 - Jornal da Globo - Geração Z

sexta-feira, 18 de março de 2011

Divulgação Grupo de Estudo Equipes Dão Certo ABRH SP



"Existe uma grande diferença entre pessoas trabalhando juntas em um projeto e todas elas apenas trabalhando ao mesmo tempo.
Existe um processo no qual um grupo de pessoas precisa passar para se transformar numa equipe e atingir resultados mais satisfatórios.
Você sabe o que é preciso para que uma equipe dê certo?
Junte-se a nós e vamos trocar conhecimentos e experiências sobre vários aspectos do desenvolvimento intrapessoal, interpessoal e grupal. Tais como: fases de desenvolvimento dos grupos, sinergia, cultura e diagnóstico, liderança, poder, autoridade, competição, feedback, comunicação e conflitos."

Últimas Vagas!!!

Único pré requisito ser associado da ABRH SP!

Uma excelente forma de aprender, trocar, fazer conexões e gastando pouco...

Inscrições:

Gisele Ramos
11 5505-0545
gisele@abrhsp.org.br

sexta-feira, 11 de março de 2011

Geração Y: como preparar gestores para atrair, motivar e reter???


Eles não estão interessados necessariamente em empresas grandes e que tenham uma marca consolidada, mas apreciam um ambiente de trabalho flexível, informal e organizações que estejam na prática preocupadas em tornar o mundo um lugar melhor (sustentabilidade).

São cheios de energia e capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo, porém, muitas vezes, deixam passar erros de português ou até mesmo de digitação nos documentos sob sua responsabilidade.

Valorizam muito os relacionamentos no trabalho e com os amigos, ou seja, para o bem e para o mal, podem decidir ficar em uma organização pela parceria, união, amizade dos colegas ou gestores.

A comunicação é rápida e instantânea, geralmente via mídias sociais (Facebook, Linked in, Skype, MSN) ou SMS, conversar? Por quê? Se posso enviar um SMS e encaminhar o assunto... Nem o problema é resolvido, mas foi endereçado.
Tem ânsia por desafios e por saber os próximos passos, e agora o que vem? Super estimulados a progredir pelos seus pais desejam que suas carreiras tenham ritmo e objetivos claros, se isso não ocorrer atendendo suas expectativas podem abandonar o “barco” sem emitir sinal para seus gestores.

Exigem feedback constante. Desejam saber como estão realizando suas atividades, o que fazem bem feito? É como sua estima dependesse da opinião alheia, daqueles que os observam... Talvez ai possa estar a resposta para tanta exposição na web!
Eles valorizam a vida pessoal tanto quanto a profissional. Ter tempo para atividades extra trabalho é algo muito valorizado por esse grupinho, ainda desejam crescer profissionalmente. Talvez as gerações anteriores precisassem escolher priorizar carreira em detrimento da vida profissional ou o oposto, essa geração quer integrar vida pessoal e carreira.

E por que os gerentes precisam atender a esses requisitos se não tiveram isso na sua geração não tiveram todos os seus desejos atendidos e sobreviveram?

Porque essa geração vai tomar conta das organizações, eles serão os gestores do futuro e por muitos anos a Geração X e Y irão conviver no ambiente de trabalho e não será possível ter produtividade sem entendimento mútuo. Os líderes atuais também precisarão auxiliar o desenvolvimento desse novo grupo de funcionários, pois apesar de chegarem ao mercado de trabalho com muito conhecimento falta-lhes experiência, tolerância para aceitar os erros e aprender com eles, receber feeback corretivo, aprender a lidar com as regras organizacionais que não podem ser modificadas...

Eles estão abertos a ter mentores e é isso que os líderes atuais precisam se tornar, mentores desses jovens... Como mentores necessitam auxiliá-los a encontrar sua fonte interna de motivação para que pouco a pouco se reduza a necessidade constante de feedback.

Como fazer que as diferentes gerações convivam e se entendam no ambiente de trabalho?
Dialogando! Compartilhando necessidades e sentimentos de cada um dos lados e abandonando os estereótipos e pré conceitos.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Você já pensou em fazer coaching? Por que vale apostar nessa experiência?

“A experiência de coaching junto à Patricia começou como algo não previsto. Inicialmente inclusive tivemos que alinhar o que seria este trabalho. Como engenheiro que sou, tive que entender o sistema como um todo e seu objetivo. Mas a clareza profissional, a objetividade, as técnicas aplicadas, o “timing” e a sensibilidade muito bem dosada, mostraram rapidamente o alto nível da profissional que se colocava ali a minha frente.
Fiquei logo impressionado não somente com o sistema, como com os resultados gerados já nas primeiras seções. Intervenções, colocações, pensamentos, o olhar interior, tudo isso crescendo de forma exponencial a cada seção. Os resultados da mesma forma. Continuamos assim: Mais ferramentas, mais intervenções, mais conversas, mais técnicas e o que parecia impossível, foi tornando-se cada vez uma caminhada mais certa e tranqüila, pois eu estava corretamente preparado e assessorado – O que tornava o caminho realmente um aprendizado a cada passo.

Foi uma experiência muito enriquecedora, não somente no momento específico de minha carreira profissional, como também para avaliar meus caminhos e decisões na vida pessoal. Não consigo hoje dimensionar a amplitude do impacto positivo desta experiência. Mas posso afirmar e recomendar aos profissionais que experimentem este novo olhar. Principalmente aos que buscam não somente resultados imediatos e mecânicos, mas sim, melhor qualificados, maduros, conscientes e melhor qualificados."

Johannes Limoeiro
Gestor de Projetos/Operações
Kiman Solutions

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Escola HUB de Verão - Oportunidade única de Networking e Aprendizagem


Ainda sobre Geração Y e muito mais…

Se você é Gestor de Jovens Y:

Você já imaginou que bom seria poder conversar sobre todas as suas dúvidas sobre como gerir seus colaboradores Y? Como atraí-los? Motivá-los? Comprometê-los? Desenvolvê-los?

Resposta: Escola Hub de Verão

Se você faz parte da Geração Y e de outras gerações:

Que tal se existisse um lugar onde vocês pudessem dialogar sobre suas necessidades, expectativas e sentimentos?

Que bom seria se você conseguisse dialogar melhor com seu chefe? Ou com seu funcionário? Ou com seu filho? Ou com seus pais?

Resposta: Escola Hub de Verão

O que afinal é essa Escola Hub de Verão?

A partir do dia de hoje, 20/01, até dia 27/02 acontece em São Paulo uma oportunidade única de participar de uma rede intensa e qualificada de conhecimento. Serão mais de 100 oficinas de aprendizagem... Quer saber mais? Acesse http://hubescola.com.br/

Dia 25/02 farei duas oficinas sobre Geração Y.

Espero você lá!

Dúvidas? patricia.buzolin@inprove.com.br

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

PROGRAMA ALMA DO NEGÓCIO - 13/01 16h "Geração Y: como preparar gestores para atrair, motivar e reter"

Convido todos vocês a assistirem ao vivo uma entrevista minha no Programa a Alma do Negócio.

O programa vai ao ar pelo canal justtv,
dia 13/01, AO VIVO, às 16h.


Aqueles que não puderem assistir ao vivo podem assistir depois no Blog www.almadonegocio.tv