Eu aprendi que responsabilidade significa "Habilidade de Responder", isso não é lindo???
Muitas vezes, nesses últimos 6 anos, tempo em que tenho sido responsável por responder por minha vida, sinto cansada... Sinto em muitos momentos que tem tanto para fazer, tantos para cuidar... Quando ouvi isso de uma consultora que adoro (Fabiana Maia do Ateliê de RH, quem quiser conhecê-la acesse http://www.fabianabmaia.blogspot.com/ )senti um alívio... quer dizer então que crescer é possuir habilidade de responder??? Sim!!!
Muitas vezes não nos apropriamos da nossa hailidade de responder, de decidir e de escolher... Comece o dia com a seguinte frase: "EU ESCOLHO..." Talvez você se sentirá mais inteiro, talvez você irá para de reclamar do chefe, do marido, do colega... Talvez você deixe de escolher algumas coisas que considerava impossível... Você pode sim escolher... e deixar de escolher algo também é uma escolha...
terça-feira, 21 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Refelxões de Mariana Figueiredo sobre a Palestra do Cortella
CONARH 2010
O tema do CONARH 2010, “Uma Janela para o Novo”, caiu para mim este ano como uma luva. Sendo uma profissional que trabalha com gestão de pessoas, estou sempre em busca do novo, do reinventar-se. Penso que ir ao CONARH representa estar em contato com tudo o que há de novo e mais atual no meio. Andar pela feira, olhar os estandes, ouvir as palestras, ter acesso a ricos conteúdos, bibliografias, inspirar-se, conhecer parceiros, fornecedores, possíveis clientes, interagir, motivar-se, trocar experiências, fortalecer relações, sentir o aquecimento do mercado, ampliar os horizontes... tudo isso possibilitado por um ambiente que permite tal interação. E ninguém melhor que Mario Sérgio Cortella para fechar este evento e abrir uma janela para o novo nas mentes e corações dos que ali estavam. Ouvir o Cortella ao vivo é realmente fascinante. A energia, a profundidade e o senso de realidade que ele transmite são contagiantes. Acredito que ele conseguiu nesta palestra de encerramento resumir um pouco do que o CONARH despertou esses dias e que deseja para cada um de nós profissionais que trabalham com o humano. Para ser sempre “novo”, segundo Cortella, é preciso viver apaixonadamente. É lembrar a cada dia que Deus vomitará os mornos, fazendo menção ao texto de apocalipse do novo testamento. Se há algo que impede a construção do novo, este algo se chama mornidão, que é o oposto de paixão. Como ele bem disse, quem envelhece são coisas, objetos, mas não pessoas. Pessoas não nascem prontas, mas vão construindo-se a cada dia e assim têm a oportunidade de estarem sempre se renovando, sempre novas. Para inovar é preciso ousadia, audácia e não espírito aventureiro. Ele explica: quem é audacioso para criar o novo, “prepara, estrutura, organiza e vai”, quem é aventureiro, apenas vai, inconseqüentemente.
Quando a Pat me pediu para falar um pouco sobre o que vi e ouvi neste último CONARH, pude perceber que o que ficou de mais forte foi a motivação para continuar desenvolvendo-me com paixão neste meio da gestão de pessoas, sendo um instrumento de esperança para todos aqueles que cruzarem meu caminho. Com a consciência do que a palavra “esperança” significa, quando alertada por Cortella como sendo a do verbo “esperançar”, que implica em ação, e não a do verbo “esperar”, que denota resignação.
Neste sentido, o CONARH foi, sem dúvida, uma janela para que o novo esteja sempre sendo criado!
O tema do CONARH 2010, “Uma Janela para o Novo”, caiu para mim este ano como uma luva. Sendo uma profissional que trabalha com gestão de pessoas, estou sempre em busca do novo, do reinventar-se. Penso que ir ao CONARH representa estar em contato com tudo o que há de novo e mais atual no meio. Andar pela feira, olhar os estandes, ouvir as palestras, ter acesso a ricos conteúdos, bibliografias, inspirar-se, conhecer parceiros, fornecedores, possíveis clientes, interagir, motivar-se, trocar experiências, fortalecer relações, sentir o aquecimento do mercado, ampliar os horizontes... tudo isso possibilitado por um ambiente que permite tal interação. E ninguém melhor que Mario Sérgio Cortella para fechar este evento e abrir uma janela para o novo nas mentes e corações dos que ali estavam. Ouvir o Cortella ao vivo é realmente fascinante. A energia, a profundidade e o senso de realidade que ele transmite são contagiantes. Acredito que ele conseguiu nesta palestra de encerramento resumir um pouco do que o CONARH despertou esses dias e que deseja para cada um de nós profissionais que trabalham com o humano. Para ser sempre “novo”, segundo Cortella, é preciso viver apaixonadamente. É lembrar a cada dia que Deus vomitará os mornos, fazendo menção ao texto de apocalipse do novo testamento. Se há algo que impede a construção do novo, este algo se chama mornidão, que é o oposto de paixão. Como ele bem disse, quem envelhece são coisas, objetos, mas não pessoas. Pessoas não nascem prontas, mas vão construindo-se a cada dia e assim têm a oportunidade de estarem sempre se renovando, sempre novas. Para inovar é preciso ousadia, audácia e não espírito aventureiro. Ele explica: quem é audacioso para criar o novo, “prepara, estrutura, organiza e vai”, quem é aventureiro, apenas vai, inconseqüentemente.
Quando a Pat me pediu para falar um pouco sobre o que vi e ouvi neste último CONARH, pude perceber que o que ficou de mais forte foi a motivação para continuar desenvolvendo-me com paixão neste meio da gestão de pessoas, sendo um instrumento de esperança para todos aqueles que cruzarem meu caminho. Com a consciência do que a palavra “esperança” significa, quando alertada por Cortella como sendo a do verbo “esperançar”, que implica em ação, e não a do verbo “esperar”, que denota resignação.
Neste sentido, o CONARH foi, sem dúvida, uma janela para que o novo esteja sempre sendo criado!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Uma Janela para o Brasil - Miriam Leitão
Desconforto foi o sentimento que saí desta palestra magna, muito desconforto:
Você sabia que nos últimos 10 anos o desmatamento na Amazônia foi equivalente a uma Inglaterra?
E que o desmatamento da Mata Atlântica foi o equivalente a duas cidades como o Rio de Janeiro?
Um frase que marcou a fala de Miriam é:
"Enquanto há tempo as pessoas não tem pressa, quando tiverem pressa não haverá tempo..." Giddens
Acredito que este seja nosso maior desafio, como nação, organizações e individuos...
Qual o nosso papel diante do futuro... Não tenho respostas, mas muitas perguntas...
Você sabia que nos últimos 10 anos o desmatamento na Amazônia foi equivalente a uma Inglaterra?
E que o desmatamento da Mata Atlântica foi o equivalente a duas cidades como o Rio de Janeiro?
Um frase que marcou a fala de Miriam é:
"Enquanto há tempo as pessoas não tem pressa, quando tiverem pressa não haverá tempo..." Giddens
Acredito que este seja nosso maior desafio, como nação, organizações e individuos...
Qual o nosso papel diante do futuro... Não tenho respostas, mas muitas perguntas...
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Fórum de Inovação em Educação Corporativa - Bill Fischer (IMD), Leni Hidalgo (Votorantim) e Paulo Lemos (FGV)

Estava ansiosa por esse fórum, pois conheço a Leni que é responsável pela Academia de Líderes do Grupo Votorantim e tem desenvolvido um brilhante trabalho, cursei CEAG na FGV e amei a palestra magna do Bill Fischer renomado professor do IMD.
As questões chaves eram:
Como melhor envolver as pessoas no desenvolvimento?
Como integrar culturas?
Os programas corporativos devem envolver ética?
A educação deve ser mais à distância? Mais virtual? Mais presencial? Qual o papel das mídias???
Segundo Bill, não há como integrar diferentes culturas sem envolver/incluir as pessoas na construção da estratégia... Fica a pergunta: Será que esta é uma prática empresarial adotada por nossas empresas? Votorantim argumenta que inclui nos programas de desenvolvimento líderes de diferentes organizações e isso têm funcionado. No grupo Votorantim a Universidade Corporativa foi a plataforma de integração. Segundo Bill, você não conquista sinergia com pessoas se elas não entendem o que estão fazendo, por que fazem as coisas como estão fazendo.
Não desmerecendo os brasileiros do painel, mas os pontos que mais me chamaram a atenção é o quanto nós brasileiros ainda temos que aprender sobre educação de adultos e, mais atualmente, educação das gerações futuras, seja a Y ou as que ainda virão...
O IMD já está utilizando as mídias como ferramentas de desenvolvimento, a idéia principal é proporcionar um ambiente em que as pessoas possam se conhecer umas as outras e não somente ter conteúdo, que elas possam trocar experiências, compartilhar aprendizados.
Quais a metodologias utilizadas pelo IMD nos programas de desenvolvimento de executivos?
Mais atividades à distância;
Sala de aula continua, mas diminuem o modelo tradicional (professor-aluno);
Cases;
Mais conversas (subgrupos) para construir Network;
Levar executivos para outros locais (Brasil, China, Índia, etc...) para ver o que está acontecendo no mundo;
O instrutor passa a ser um facilitador de conversas, porque, principalmente, as pessoas que vão para o programa sabem muito, o papel do professor é ajuda-los a trocar idéias, isso tem tudo a ver com Andragoria (quem quiser aprofundar leia – Aprendizagem para Resultados);
Blogs, Twitter, Ipod, etc... São usados antes mesmo das pessoas chegarem no Campus...
Isso me fez lembrar meu irmão há dois anos atrás quando entrou na faculdade, antes da Matricula, sua turma já tinha comunidade no orkut, já se conhecia, já sabiam dos professores feras e já estavam agendando o churrasco da turma... Pode? SIM!!!
E ONDE FICA O CEO? E OS GERENTES SENIORES NESSE CONTEXTO?
Percebe-se que muitas vezes os programas são construídos para os gerentes, pois diretores e presidente não têm tempo para treinamento e qual o impacto disso na empresa?
Um impacto muito negativo, uma alternativa, construirmos programas sintéticos, mas que os gestores possam entender o que está acontecendo com relação ao desenvolvimento de seus subordinados e inclusive participar desse processo...
No IMD o meio da pirâmide é incluído, também, técnicos e supervisores são chamados a opinar...
Temos muito para evoluir, nossas universidades no Brasil precisam entender que o perfil dos estudantes mudou e que não dá para querer controlar pela lista de presenças, ao mesmo tempo, é preciso incluir, mobilizar, tocar e sensibilizar o aluno para o desenvolvimento...
Mãos à obra Recursos Humanos, Educadores e Líderes!!!
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