terça-feira, 31 de agosto de 2010

Palestra: UMA JANELA PARA O NOVO Bill Fischer -IMD e Bernardo Gradin CEO Braskem


Bernado Gardin nos traz um importante reflexão sobre o quanto na sociedade atual, muitas vezes, estamos focados no novo pelo novo e não necessariamente na mudança que se faz necessária..."Toda a mudança exige renúncia." Para ele a mudança passa por observar e manter alguns valores universais, como por exemplo a construção da confiança, a educação pelo exemplo, reconhecimento, verdade e reciprocidade, só assim o líder e as organizações serão capazes de se sustentar em um mundo de tamanha velocidade.

Bill Fischer, professor do IMD e especialista em Inovação e Gestão de Talentos, inicia sua fala com a seguinte proposição:

Como pode, todos querem inovar e todos falham? Por quê?

Por que as empresas contratam pessoas excepcionais e não têm resultados excepcionais?

Segue com algumas respostas:

1) As empresas contratam pessoas excelentes e as tornam medianas, pois permitem somente algumas pessoas pensarem (Regras, hierarquia, etc...)

2) Podemos antever a necessidades do clientes observando os não clientes. O mais interessante de tudo é que toda a empresa a possibilidade de ouvir a todos e quando Bill Fischer fala a todos é todos mesmos, do porteiro/auxiliar ao presidente...

3)Criatividade: abrangente e diversificada funciona melhor. Nesse aspecto o que mais me chamou a atenção é que par inovar, ser mais criativa, diversificar, ser mais rápida e mais eficaz é preciso cria nas empresas AMBIENTES QUE FAVOREÇAM AS CONVERSAS... "A qualidade de inovação depende da qualidade das conversas..." O engraçado é que hoje mesmo tive uma reunião supostamente de trabalho com uma amiga querida e parceira de projetos, passamos uma hora das nossas 3h30 disponíveis falando de relacionamentos, angústias da vida, como cada uma estava chegando... e isso tudo rendeu em produtividade nas próximas duas horas, muita produtividade e normalmente não "sobra tempo para isso no trabalho"... Gestores, construam esse tempo com suas equipes... isso dá resultado, experimentem!!!

4) Liberdade absoluta X Controle total: é preciso, como enfatizou primeiramente Bernardo, construir confiança (com conversa) para proporcionar liberdade. É preciso equilibrar controle e liberdade.

5)Inovação e trabalho em equipe: Grandes equipes dependem de grandes indivíduos. Precisamos estimular o desenvolvimento e manifestações dos talentos individuais para sermos capaz de construir equipes de alto potencial.

LIDERES:

Líderes precisam ouvir, trazer diversidade para suas equipes para inovar...
O líder precisa ser visionário e auto confiante suficientemente para ser capaz de CONFIAR NAS PESSOAS!!!

CONARH 2010 - UMA JANELA PARA O NOVO 17, 18 19 e 20 de Agosto


Na semana de 17 de agosto ocorreu em São Paulo o maior congresso de RH do Brasil, onde muitos temas foram abordados pelos melhores profissionais da área no mundo.

Estive em várias palestras, oficinas e pude circular pela exposição, vou compartilhar um pouco do que ouvi...

Muitas coisas não foram novidades... estamos ouvindo sobre retenção de talentos há anos, desde que ingressei na área de RH em 1998 ouço que as pessoas são o ativo mais importante de uma organização, assim fiquei curiosa com o congresso: Que novo seria esse que precisamos olhar...

Falta de talentos??? The Talent War??? Será mesmo??? Quantas pessoas estão ainda entediadas em seus trabalhos e com receio de trocar 6 por meia dúzia...

Será mesmo que faltará pessoas qualificadas??? Mirian Leitão não é da área, jornalista e crítica, traz um novo olhar para o nosso filtro no recrutamento e seleção: ou é muito jovem, ou é muito velho, muito qualificado, pouco qualificado. Quem são as pessoas que nós não estamos contratando??? E a educação???

Faço trabalho voluntário em uma ONG e amo minha turminha, eles são os escolhidos a dedo em uma escola de periferia, estão no segundo do Ensino Médio e tem dificuldade enorme para escrever... Qual o papel do estado na educação? Qual o papel da empresa na educação?

Acho que o olhar para o novo passa por fazer menos do mesmo... Fazer novas tentativas, experimentar coisas novas... será que o modelo precisa continuar sendo de comando-controle? Será que este modelo se sustenta no médio/longo prazo?

Os investimentos em educação e treinamento de liderança são imensos nas organizações atuais e ainda assim temos líderes despreparados para atrair, cuidar, manter e mobilizar seus subordinados...

Ouvi um profissional de RH na saída de uma palestra comentar: "E as respostas? Eles são consultores, especialistas, cadê a solução? O que temos que fazer? Esperava isso..." Me calei e pensei: "Sou consultora, não sei a resposta... acredito que eles também não..." Não há receita de bolo para pessoas... há possibilidades... alternativas... precisamos fazer novas perguntas...

Vou contar um pouquinho da minha visão do que vi, nos próximos postings...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Evento Imperdível!!!


Oportunidade única para ouvir palestrantes renomados por um valor simbólico!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Feliz Dia dos Pais!!! Texto de Ricardo Foster


É difícil ser pai?

Uma vez recebi uma mensagem linda de meu pai... ela dizia algo desse tipo “Só aprendemos ser filhos sendo pais e só aprendemos ser pais sendo avós...”
Acredito que além da “cantada” para providenciar um neto (coitadinho do meu pai... tem alguns anos e ainda não providenciei...), ele estava, de certa forma, me contando quão complexo é equilibrar: amor e limites... Eu percebo e, às vezes, lamento pela angústia de muitos pais, clientes, alguns gestores, outros donos de empresas que vivem constantemente questionando-se sobre até que ponto devo ser flexível com os filhos.

Óbvio que não tenho respostas, até porque não tenho filhos, mas imagino que é difícil dizer não quando poderíamos dizer sim para nossos pimpolhos...

Recebi esse texto há algum tempo atrás de um consultor amigo e dedicado a ajudar pais e avós na educação de filhos e netos...

Aproveitei e pedi para publicá-lo no Blog em homenagem os pais que lutam e desejam que seus filhos se tornem pessoas preparadas para a vida!!!

Eu acrescentaria, ao texto, somente mais uma dimensão: o desenvolvimento-espiritual, estimulando nossas crianças a exercitarem a compaixão pelas pessoas e seres vivos por meio de histórias e contos. Também, buscaria estimular nas crianças o exercício de valores morais que estão tão raros nos dias atuais.

Finanças sócio-econômica-ambiental para filhos e netos - Ricardo Foster*

Dentro da premissa que devemos preparar nossos filhos para o futuro, não ao contrário; preparar o futuro dos nossos filhos, ou netos, ou sobrinhos, proponho uma mesada, a princípio polêmica, pelo menos aos olhos deles, que visa contemplar 3 aspectos importantes de nossas vidas: educação financeira, social e ambiental.
Como funciona?
Estabelece-se “democraticamente” um valor de mesada realístico e quais despesas serão cobertas por esta, quais despesas serão de responsabilidade dos pais: cinema, baladas, futebol, jantar no japonês, maquiagem, cabeleireiro, conta de celulares, açaí na tigela, gasolina, estacionamento, pedágio, multas no trânsito, um esquenta antes da balada, aulas particulares, depê, Ipod, Ipad, Iped, etc, etc, etc.
- Mãe! Achei uma blusinha linda, maravilhosa!!! Mesada.
- Pai! Saiu um joguinho novo da hora!!!! Mesada.
- Pai! Preciso de um dinheiro extra prá colocar um som no meu carro! – Arranjarei um estágio prá você trabalhar na loja do Vô Onofre!
Uma dica quanto às necessidades de vestimentas, é estabelecer, por exemplo, uma renovação semestral ou a cada estação, dos armários. Qualquer peça de roupa fora da reposição programada dirija-se à mesada.
Conta de celulares podem até ser pagas pelos pais, até um determinado limite. Ultrapassou? Mesada. Celular pode ser uma questão de segurança.
Meio-ambiente. Estabeleça metas a serem cumpridas: valores da conta de água e luz, por exemplo, divididos pelo número de pessoas na casa. Se ultrapassados, desconta-se das mesadas; se menores que as metas, o dinheiro economizado pode servir para comprar alimentos e doá-los. Estabeleça metas de reciclagem de lixo; doem o lixo reciclado.
Disciplina: para cada copo d’água na prateleira do quarto, na mesa do computador, cueca suja no chão, calcinha no box do banheiro, sapatos debaixo da cama, tampa da privada aberta, garrafinha d’água na sala de televisão, computador ligado sem uso, TV, som, luz acessa no banheiro, etc, etc, etc. Para cada “falta” cometida, um desconto de R$ 1,00 na mesada. No começo, quase não sobrará dinheiro para mesada de tantos descontos; é a fase de maior tensão familiar. Não importa se a família tem ou não empregada doméstica.
Chegou atrasado à escola sem motivo aparente, faltou na escola, boletim com notas menores que 7? Pague R$ 10,00, no mínimo, para cada “infração”.
Chegou em casa, foi direto ao banheiro escovar os dentes, para disfarçar o cheiro de cigarro? Pague R$ 10,00.
Poupança: no final do mês sobrou mesada? Para cada R$ 1,00 que sobra, paga-se R$ 2,00 e coloca-se numa conta de poupança, compre ações de empresas promissoras.
Faltou mesada no final do mês e quer ir prá balada? So what?
Irmão (ã) que empresta para irmão (ã) para cobrir rombos provisórios de mesada deve cobrar “juros”, que pode ser uma tarefa social.
Prêmios: sobrou mesada nos últimos 6 ou 12 meses? Dê uma mesada extra de bônus para somar à poupança.
A família conseguiu consumir água e luz dentro ou abaixo da meta? Vamos jantar todos no japonês ou, uma viagem legal.
Esses são alguns exemplos sempre visando à educação financeira, social e ambiental.
Isso é uma prova de amor aos filhos e netos!
Boa sorte. Você vai precisar.

* Consultor e Conselheiro independente. Atua no Desenvolvimento Humano nas Empresas, ministrando cursos, sob medida, além de conselheiro Financeiro para pessoas físicas, pequenas e médias empresas. Também, desenvolve projetos e pesquisas para investidores, principalmente estrangeiros, interessados no mercado náutico, charter business.

Efeito Sombra - Ana Paula Antunes


O livro o “Efeito Sombra” escrito por três renomados autores espiritualista – Deepak Chopra, Debbie Ford e Marianne Williamson, trouxe para mim o encontro do poder escondido na minha verdade.

Através desta literatura instigante fui descobrindo partes da minha personalidade que estavam esperando ser descobertas para que a partir do fim da leitura eu possa por mim mesma me ensinar, treinar e guiar para alcançar meus objetivos com mais força, criatividade e brilho. Através da leitura deste livro concretizei a minha percepção já iniciada anteriormente na formação em Dinâmica dos Grupos pela SBDG concluída em fevereiro que tudo o que desejamos esta sim ao nosso alcance esperando ser reconhecido, ouvido e abraçado, no entanto ignoramos e nos sabotamos mesmo inconscientemente podendo até em muitas vezes chegando a estaremos como destruição de relações, eliminação da nossa auto motivação e sem que percebemos ficamos cada vez mais distantes dos nosso sonhos e desejos.

A abordagem em relação as nossas “sombras” inicialmente é sutil, mas ao passar pelos autores, a cada capitulo fica mais claro os comportamentos que nos levam a algumas atitudes de uma forma que e reflexão é natural, silenciosa. Realmente não conhecer as nossas sombras é um dos maiores obstáculos que enfrentamos rumo a felicidade. O livro traz mensagens práticas de como direcionar e melhorar os nossos comportamentos com o objetivo de usarmos “as nossas sombras ao nosso favor”, entendê-las como positivo para o nosso crescimento pessoal e até profissional.

O grande questionamento que ficou ao final da leitura do livro é: “Estamos prontos para lidar com a sombra?”.... Acho que esta resposta nunca estará completa, mas dar um passo de cada vez é fundamental para isso.

Ana Paula Atico Antunes

RH - Educação Corporativa


Dica: Compre Livro O Efeito Sombra de R$ 34,90 por R$ 22,30. Aproveite!
CiadosLivros.com.br/oEfeitoSombra

NOSSO GRUPO - Gabriela Azevedo

Há quatro anos coordeno os Grupos de Estudos da ABRH-SP, no primeiro ano foi muito dificíl, começamos com três grupos e acabamos o ano com um, no segundo começamos com quatro e acabamos com quatro, no terceiro e quarto ano também... Porém, em Março temos "briga" no período de inscrição, enquanto no final do ano temos seis, oito, no máximo 10 participantes. Muitos me perguntam por que persisto? São Paulo tem muita coisa, além do transito que dificulta a chegada na ABRH SP uma vez por mês 19h. Persisto porque acredito na força do grupo! Persisto por pessoas como a Gabriela, consultora, mãe, esposa, profissional, mulher e acima de tudo "dedicada"a expandir-se...

Que sirva de inspiração para todos que quiserem fazer parte da nossa tribo...


Neste ano, decidi participar de um dos Grupos de Estudo que a ABRH oferece. Entrei no site e vi que havia diferentes grupos disponíveis. Todos pareciam interessantes, mas um em especial chamou a minha atenção: Equipes dão Certo. Escolhi esse tema porque qualquer trabalho em qualquer área envolve equipes, grupos, pessoas.
Como eu não havia ido à reunião de apresentação dos grupos, cheguei ao primeiro encontro sem saber o que e quem esperar. O que exatamente iríamos estudar? Quem seriam as pessoas que estariam lá? Quem seria o facilitador do grupo? Será que esse grupo daria certo?
Fui surpreendida. Conheci um grupo aberto e participativo, em que há espaço para todos, cada um com seu jeito, sua história, seu olhar. A cada encontro, compartilhamos vivências, experiências e conhecimento.
Encontrei uma facilitadora que conduz o grupo com suavidade, leveza e envolvimento. Com sua sensibilidade e perspicácia, ela nos leva a novas discussões e reflexões.
Estar nesse grupo fez muita diferença para mim. O grupo enriqueceu meu olhar e aprimorou a minha atuação. Sem dúvida, Equipes dão Certo!

Gabriela Azevedo