Estive conversando comigo mesma nesse final de semana, refletindo sobre o quanto tenho ferramentas de proximidade e o quão pouco tenho trocado com colegas, amigos, familiares...
Sou contratada, muitas vezes, como interlocutara, ouvinte, espelho de executivos, jovens líderes, somente jovens e cada vez mais jovens... Sou contratada para ouvir, compartilhar, dar opinião neutra... Será isso um pouco de solidão? Falta de confiança para compartilhar com o vizinho ao lado (aliás, quem é o vizinho ao lado)? Será que ele também clama por cooperação e ajuda?
Estou no Facebook, estou no Linked-in, estou no Twiteer, estou no MSN, também estou no skype e moro em São Paulo, quanta gente... Porém, tenho sentido que a qualidade das trocas estão "desbotadas" elas existem, sem dúvida existem e tenho feito com que todas as intenções se realizem: marcando datas e cumprindo datas. Tenho, também, me surpreendido com as respostas: são positivas, muitos sentem-se como me sinto... Ou seja, há espaço para crescermos juntos? Certo?
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As pessoas começam a pensar em seus relacionamentos de maneira errada, penso. Quando ouvimos alguém dizendo que se relaciona com determinada pessoa apenas "profissionalemente", temos uma evidência de que algo pode ser melhorado.
ResponderExcluirNós, seres humanos, somos únicos e por isso "classificados" como indivíduos, certo? Entendo que não deveríamos nos relacionar "profissionalmente" ou "pessoalmente" e simplesmente praticar mais o (apenas) relacionar. Desta maneira podemos nos certificar que, assim como foi escrito no texto (Inprove), há e sempre haverá muito espaço para crescermos juntos!
Abraços.