domingo, 23 de outubro de 2011

Qual o sentido da vida?



Depois de um final de semana de muita meditação sobre o tema Vida, Morte e Reencarnação não poderia deixar de compartilhar com vocês minhas reflexões.

Há muito tenho me feito a pergunta: Por que mesmo estou aqui nesse mundo? Nesse momento? Com esses desafios?

Ao trabalhar dentro de empresas, repletas de conflitos e competição e ao mesmo tempo permeadas por carinho, alegria e criatividade, venho me perguntando, será necessária essa dicotomia? A resposta parece ser sim...

Estamos nesse mundo para evoluirmos, para aprendermos a amar incondicionalmente e nesse cenário, nessa “enorme peça de teatro” somos “testados” a praticar novos comportamentos, adotar novos padrões. Será mesmo necessário responder “agressão” com mais agressividade? Acredito que não, acredito ser possível enxergar o coração de cada um e encontrar em cada um dos atores a presença de Deus.

Aprendi nesse final de semana que palavras como: Destino e Coincidências são palavras que deveriam ser eliminadas do nosso vocabulário...

Nossa vida atual é o espelho do que “plantamos” em outros tempos, e nossa vida futura será reflexo do que estamos vivendo nesse momento... O que você tem plantado para seu futuro?

Alegria? Cooperação? Serviço ao outro? Ou... vingança? Raiva? Inveja?

Continuaremos experimentando dificuldades, mas a pergunta é: como vamos lidar com elas? Iremos continuar respondendo com ações que irão nos trazer novos sofrimentos futuramente?

Uma monja budista uma vez me disse algo que procuro refletir diariamente: Como saber se uma ação é boa ou má? Sua ação está ajudando as pessoas? Boa ação. Sua ação está prejudicando alguém? Má ação.

E as coincidências? De onde vem? Por que não existem? Porque não é a toa que estamos juntos nesse barco, não é por acaso que você tem aquele colega que te tira do sério... O jogo cósmico nos colocar situações para que possamos cumprir nossa meta sagrada: “Transcender prazer e dor e vivem em um estado de graça.” Palavras da Guru Susan Andrews.

E o melhor de tudo, não é preciso refugiar-se no Himalaia para viver sua meta sagrada.

Tenha uma vida simples, convivendo com pessoas de forma harmoniosa e atinja a bem aventurança nessa vida ou quem sabe na próxima.

Agradecimento especial a querida Susan e aos meus colegas do Biopsicologia que compartilharam comigo esse final de semana.

Quem tiver interesse por esse assunto leia o Livro Tibetano do Viver e Morrer de Sogyal Rinpoche, mas quem tiver muito interesse em trilhar esse caminho espiritual acesse o site http://www.visaofuturo.org.br/bio/index.html